sábado, 2 de junho de 2012

Debate sobre maconha pode ser crucial para Obama no Colorado

Fonte: Folha de São Paulo

Durante seu mandato, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não foi exatamente um partidário dos usuários de maconha. Claro, ele reconheceu ter fumado a erva quando era jovem, mas decepcionou os defensores da droga e se opôs à sua legalização, em condições semelhantes às da regulação e taxação do álcool.

E a repressão do Departamento de Justiça sob seu mandato a usuários de maconha medicinais, permitidos por 17 Estados e pelo Distrito de Colúmbia, deixou muitos outros contrários ao presidente.

Agora, com Obama tendo pela frente uma dura batalha contra o candidato republicano Mitt Romney no dia 6 de novembro, é irônico que suas chances de vencer em um estado-chave como o Colorado podem depender da legalização da maconha, defendida por um número cada vez maior de norte-americanos.

Marcha da Maconha reúne 800 em Goiânia

Fonte: Diário da Manhã

Em sua segunda edição em Goiânia, a Marcha da Maconha reuniu mais de 800 pessoas na noite de ontem, segundo os organizadores do evento. Os manifestantes ocuparam a Praça Universitária durante a tarde e seguiram para a Praça Cívica, por volta das 19h. Com um cigarro de maconha de quase 10 metros de comprimento, cartazes, faixas, informativos e até carro de som, os participantes pediram a legalização do entorpecente. A Polícia Militar acompanhou todo o manifesto de longe, sem interferências.

Proibida em 2011, a Marcha da Maconha teve aval do Supremo Tribunal Federal (STF) por considerar que todos têm direito à liberdade de expressão. “Nós lutamos pela legalização da maconha para uso cultural, religioso e até medicinal. A maconha é uma das plantas mais seguras do mundo, mas a política de criminalização é fraca e ninguém consegue controlar o uso”, afirmou Marcello Soldam, organizador da marcha na Capital.