sábado, 13 de outubro de 2012

Defensores da legalização da maconha não se elegeram

Fonte: O Globo

Com exceção de Renato Cinco (PSOL-RJ), quem apostou no tema teve votação inexpressiva

RIO - O candidato a vereador que baseou a campanha na legalização da maconha viu a aspiração política se dissipar feito fumaça com a abertura das urnas. Trocadilhos à parte, a apuração dos votos revelou a rejeição dos eleitores aos nomes associados à liberação da erva. Com exceção do sociólogo Renato Cinco (PSOL-RJ), eleito para a Câmara Municipal com 12.498 votos, os demais candidatos que apostaram no tema tiveram votação inexpressiva.

Foi o que aconteceu com o petista André Barros, que também disputou uma vaga no Legislativo do Rio, mas obteve apenas 1.823 votos. André é advogado e, assim como Renato, é figura assídua na Marcha da Maconha. Em Rio das Ostras, a candidata Mel Marquer, também do PSOL, conquistou apenas 26 sufrágios. Em Nova Iguaçu, Núbio Revoredo (PV) terminou a apuração com somente 307 votos.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Na Califórnia, uma batalha para que maconha seja vendida apenas a doentes

Fonte: Último Segundo

Los Angeles reverte veto a dispensários de droga para fins medicinais, indo contra operação do governo federal

Um ano depois de autoridades policiais federais começarem a reprimir a indústria da maconha medicinal da Califórnia com uma série de prisões em todo o Estado, eles finalmente chegaram a Los Angeles no mês passado, dando prazo para 71 lojas fecharem as portas. Ao mesmo tempo, por causa de uma ação bem organizada de uma nova coalizão de defensores da maconha medicinal, a Câmara Municipal na semana passada revogou a proibição que havia aprovado poucos meses antes.

Apesar de anos de tentativas sem sucesso para regulamentar a maconha medicinal, a Califórnia novamente se encontra em um estado de caos por causa de uma indústria florescente e divisória.

Ninguém sabe quantos dispensários de maconha medicinal existem em Los Angeles. As estimativas variam entre 500 e mais de 1 mil. A única certeza é que eles são muito mais numerosos do que lojas da Starbucks.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Polícia apreende 20 pés de maconha em casa em Hortolândia (SP)

Fonte: Folha de São Paulo

Policiais militares da Força Tática encontraram na noite de ontem 20 pés de maconha que eram plantados em uma casa em Hortolândia (a 109 km de São Paulo). O dono da residência foi preso em flagrante e indiciado por tráfico de drogas.

Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), policiais do 48º Batalhão de Polícia Militar do Interior receberam uma denúncia sobre um homem que plantava e traficava maconha no bairro Parque Hortolândia. No local indicado, os policiais encontraram a plantação no quintal.

Um eletricista de 63 anos estava no local e afirmou aos policiais que a droga era para seu próprio consumo. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia de Hortolândia.

Eleito vereador, defensor da Marcha da Maconha quer CPI do crack

Fonte: O Globo

Renato Cinco pretende investigar atendimento a viciados

RIO — Uma das caras novas da bancada do PSOL, que cresceu na Câmara de dois para quatro vereadores, já é bem conhecida da mídia. Terceiro na preferência dos eleitores do partido, com 12.498 votos, o sociólogo Renato Cinco é um dos líderes da Marcha da Maconha, que defende a liberação do consumo no Brasil. Ele disse que chegou ao Legislativo com o apoio da sociedade:

— Comecei a participar do movimento estudantil aos 12 anos. E também integro movimentos sociais que questionam o legado deixado pelo Pan e o que se promete para as Olimpíadas.

Renato prefere não declarar se é usuário de maconha e disse que continuará a frequentar os movimentos em favor da liberação da droga. Mas não será porta-voz.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Maconha pode reduzir rigidez muscular em doentes com esclerose múltipla

Fonte: Terra

O extrato da maconha possibilita atenuar a rigidez muscular em pacientes afetados por esclerose múltipla, revelaram os resultados de um estudo que será publicado esta terça-feira.

Cerca de 90% dos doentes com esclerose múltipla sofrem de rigidez muscular em um determinado momento da evolução da doença, o que reduz sua mobilidade e sua qualidade de vida.

De acordo com a revista médica Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry, um estudo de fase 3 - última etapa de um processo para a aprovação de um novo medicamento ou de um novo tratamento - foi realizado com 279 pacientes britânicos durante 12 semanas.

"Acredito na legalização e na descriminalização das drogas", diz Oliver Stone

Fonte: IG

Cineasta é o diretor de "Selvagens", atualmente em cartaz nos cinemas; leia entrevista

Oliver Stone andou bem interessado em política em seus últimos filmes, “W.”, sobre George W. Bush, e o documentário “Ao Sul da Fronteira”, sobre Hugo Chávez. Depois, uma continuação de “Wall Street” não ajudou muito sua carreira. Com todos os defeitos, “Selvagens” , pelo menos, mostra um diretor cheio de energia, aos 65 anos.

Na história, Ben (Aaron Johnson) e Chon (Taylor Kitsch) são melhores amigos e tocam um negócio legal de produção de maconha na Califórnia – além de dividirem a mesma mulher, O (Blake Lively). Quando um cartel mexicano comandado por Elena (Salma Hayek) e personificado pelo violento Lado (Benicio del Toro) e o advogado Alex (Demián Bichir) propõe um negócio irrecusável, os três começam a ter problemas.

iG: Foi difícil dizer sim a este projeto, baseado no livro de Don Winslow?
Oliver Stone: Não, fiquei muito feliz, era diferente, original. Um olhar novo sobre a cena californiana, onde é legal plantar maconha, as clínicas, era algo novo. E a ideia do cartel vir fazer uma parceria com eles parecia diferente e única. E também o conceito de um veterano voltando do Afeganistão e do Iraque e usando os métodos daquelas guerras para fazer guerra contra o cartel era muito original. Fora isso, os personagens eram muito bons no livro, claro que tivemos de torná-los mais concisos para o filme, concentrando-nos em sete pessoas. Eles todos são facilmente identificáveis, não são clichês, não são estereótipos.

domingo, 7 de outubro de 2012

Remédio para insônia causou doping por maconha, afirma Julio César Chávez Jr

Fonte: IG

O boxeador mexicano Julio César Chávez Jr, que foi pego no exame antidoping na última semana, em teste realizado após o embate contra o argentino Sergio Martínez, creditou a um remédio para a insônia a culpa pelo resultado positivo para o uso de maconha.

"Se o antidoping deu positivo é porque durante muitos anos eu tenho problemas de insônia, então, o médico que me atendia receitou algumas gotas de um remédio que têm canábis", declarou o boxeador, em entrevista à ESPN .

Leia mais:  Julio César Chávez Jr. cai no antidoping por consumo de maconha

Além de perder o título dos pesos médios para o argentino, Chávez também teve que arcar com uma multa de US$ 20 mil aplicada pelo CMB (Conselho Mundial de Boxe). Ele ainda aguarda a decisão definitiva da Comissão de Nevada sobre o assunto.

"Pensei que não fosse dar positivo, mas como também estava submetido a uma dieta rigorosa, nessas condições apareceu canábis no antidoping. Isso é para viciados em drogas, o que eu não sou. Espero que me escutem, nunca agi de má fé, espero um castigo não tão grande", concluiu.