Fonte: Folha de São Paulo
A maconha vendida em São Paulo é quase toda produzida no Paraguai. A droga aparece misturada a folhas, caules e outras plantas. "E também restos de insetos ou formigas, como em qualquer colheita rudimentar feita de forma clandestina", explica o perito José Luiz da Costa, do Instituto de Criminalística.
Em geral, a maconha paraguaia chega a São Paulo prensada e embalada em filme plástico ou alumínio, e adesivada. As condições de transporte são precárias -normalmente em caminhões, escondida entre outros produtos.
Por uma questão econômica, ela não chega ao mercado totalmente seca. É que o tempo de secagem da colheita é relativamente longo (cerca de uma a duas semanas) e as folhas úmidas pesam mais, o que significa um ganho extra para o produtor.