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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Michels ignora STF e diz que não permitirá ato em Diadema

Fonte: Diário do Grande ABC

O prefeito eleito de Diadema, Lauro Michels (PV), afirmou que não irá permitir a realização da marcha da maconha na cidade, que está sendo programada por grupo do Grande ABC para maio de 2013. "Sou contra. Minha administração não vai autorizar. Tem muita marcha a ser feita, como a da paz, Educação e outros temas em prol da humanidade."

No entanto, a declaração do futuro chefe do Executivo vai na contramão da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que, em junho do ano passado, garantiu o direito de cidadãos realizarem manifestações pela descriminalização e legalização de drogas em todo o País.

O atual prefeito, Mario Reali (PT), também tentou impedir a realização da manifestação em Diadema, mas não conseguiu.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

'97% da população deve calar a boca', diz Zé Celso sobre maconha

Fonte: Folha de São Paulo

Um levantamento do Instituto Nacional de Política de Drogas e Álcool e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) aponta que cerca de 1,3 milhão de brasileiros são dependentes de maconha.

Brasil tem 1,3 milhão de dependentes de maconha

A pesquisa também abordou o nível de aprovação dos brasileiros à legalização da maconha e, de acordo com os dados, 75% da população brasileira são contra a legalização da droga, 11% se declararam a favor e os demais ou não souberam responder ou não quiseram.

Para o dramaturgo e criador do Teatro Oficina, José Celso Martinez Corrêa, a proibição do uso da maconha implica gangsterismo. Leia seu depoimento.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Descriminalização iria multiplicar usuários de drogas, afirma Osmar Terra

Fonte: Sul21

O deputado federal Osmar Terra (PMDB-RS) organizou nesta semana um manifesto contra a descriminalização das drogas ilícitas que contou com a adesão dos três senadores gaúchos, de boa parte dos deputados federais do Estado, além de entidades da sociedade civil. Médico e ex-secretário estadual da Saúde, Terra é autor de um projeto de lei que altera a atual legislação de drogas do país, colocando penas mais duras para o tráfico de drogas mais pesadas e a possibilidade de internação involuntária ou compulsória. O projeto está numa comissão especial da Câmara dos Deputados criada apenas para debatê-lo.

Leia mais:
Pedro Abramovay: “Usuário pobre está sendo tratado como traficante”

O Sul21 conversou por cerca de 25 minutos com o deputado em uma entrevista na qual ele destaca pontos que considera importantes de seu projeto e rebate vários dos argumentos de quem defende a descriminalização das drogas. Terra diverge, por exemplo, de que o número de usuários de drogas ilícitas diminuiu nos países que as descriminalizaram. “Não sei quem inventou que liberando o uso diminui o número de usuários. Sempre aumenta o número de consumidores”, afirmou.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O racismo motivou a ilegalidade da maconha

Fonte: Blog do Nassif

Por Cristiano Medri

Comentário no post "Governo do Uruguai iniciará cultivo de maconha"

Boa tarde, Nassif, texto de minha autoria, publicado no jornal Folha de Londrina.

A maconha tem sido utilizada medicinalmente e recreativamente por toda a história da humanidade, desde a China antiga até a nobreza inglesa do século 19. Sua proibição é recente e data de menos de cem anos, e, de modo algum, foi baseada em critérios científicos e de saúde pública, tendo sido baseada em preceitos morais, econômicos e racistas, já que, como era uma planta consumida por negros e mexicanos nos EUA, ficava mais fácil segregar estas pessoas através da criminalização de um hábito destes grupos.

Atualmente, importantes autoridades do meio político e científico advogam a favor da regulamentação do consumo. Dentre eles, temos brilhantes neurocientistas brasileiros, como Sidarta Ribeiro, Renato Malcher, Stevens Rehen e João Menezes. Estes pesquisadores afirmam que a maconha é uma droga muito mais segura e menos viciante do que o álcool e o tabaco, que a teoria da “porta de entrada” não passa de um mito que, absolutamente, não corresponde à realidade da maioria esmagadora dos usuários, que a ideia de que a maconha “mata neurônios”, simplesmente, é falsa, e que a utilização de maconha não danifica o cérebro e não causa alterações cognitivas permanentes.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Milton Corrêa da Costa: A marcha (sem rumo) da maconha

Fonte: O DIA

Rio -  No próximo sábado transcorre, na Zona Sul do Rio, mais uma Marcha da Maconha, estando proibido, obviamente, qualquer tipo de apologia ou consumo da droga durante a manifestação. É bom lembrar que fazer apologia, comercializar, trazer consigo, cultivar ou fazer uso da Cannabis constitui crime previsto na Lei 11. 343/2006, a Lei Antidrogas.

Até aqui tais atos, agora liberados pelo Supremo Tribunal Federal, inclusive no que tange a passeatas reivindicatórias sobre descriminalização e legalização de outras drogas ilícitas, surtiram pouco ou nenhum efeito. Não há nenhuma movimentação no Congresso Nacional que faça entusiasmar a chamada corrente progressista da droga, encabeçada por intelectuais, ONGs e ex-autoridades, com vistas a atender ao pleito.

sábado, 21 de abril de 2012

Diadema fecha o cerco e veta marcha da maconha

Fonte: Diário do Grande ABC

A Prefeitura de Diadema enviou ofício ao grupo Acorda ABC, que organiza a marcha da maconha na cidade, informando que não autoriza a realização do evento no município, marcado para o dia 26 de maio na Praça da Moça. O documento foi assinado pelo secretário de Defesa Social Arquimedes Andrade e o diretor de eventos da Prefeitura, José Tadeu Mota.

No texto, a administração municipal reitera que o movimento conflita com as políticas públicas que estão sendo desenvolvidas para diminuição do uso de drogas e criminalidade. "O município, como ente federado, tem autonomia política para deliberar sobre o uso de seu espaço urbano. Neste sentido, considerando o contexto exposto e o interesse público maior, não autoriza o uso do espaço público para a realização da marcha da maconha no território de Diadema", diz o documento.

Os organizadores do evento se manifestaram contrariados com a proibição da prefeitura. O grupo afirma que irá realizar o evento mesmo sem o consentimento municipal, pois o STF (Supremo Tribunal Federal) garantiu, em junho, o direito de cidadãos realizarem manifestações pela descriminalização e legalização de drogas em todo Brasil. "Já estamos estudando entrar com ação na Justiça contra esta decisão da Prefeitura. A lei está do nosso lado e vamos brigar pela livre expressão", disse Ícaro Rizzo, um dos líderes do movimento.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Coordenadora da campanha "Maconha Não", diz que guerra às drogas falhou

Fonte: A Crítica

"Ninguém tem o direito de defender a maconha", afirma Marisa Lobo em entrevista, durante passagem por Manaus 

Em meio a uma enxurrada de manifestações e marchas a favor da descriminalização da maconha por todo o Brasil, Marisa Lobo, 39, parece uma voz isolada. Ela é coordenadora nacional da campanha “Maconha Não”, um movimento da sociedade civil que prega manutenção do status de proibida para a maconha. Durante breve passagem por Manaus, na semana passada, ela concedeu essa entrevista ao jornal A CRÍTICA.

Como explicar que movimentos como o “Maconha Não” façam tanto barulho e praticamente silenciem quando o assunto é o álcool ou o tabaco?
É o argumento financeiro. Porque o álcool dá dinheiro, as mídias precisam. E legalização vai fazer a maconha dar dinheiro. Esse argumento de que a legalização das drogas diminuiria o tráfico não é verdadeiro. Só diz isso quem não entende de segurança pública.  O que nós temos que ter são políticas sérias que vão de encontro às necessidades do povo. O álcool é o maior problema do nosso País, mas essa onda de marchas está dando a impressão de que a maconha já está liberada e não é isso. Ninguém vê que a maconha é o álcool e o cigarro juntos. Em vez de a sociedade lutar para proibir as outras drogas, ela luta para colocar mais uma no mercado.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Projeto proíbe uso e comercialização de sálvia alucinógena

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 987/11, do deputado George Hilton (PRB-MG), que proíbe o uso e a comercialização da substância salvinorina e da espécie vegetal sálvia divinorum, da qual é extraída. Conforme o texto, ficam também proibidos o plantio, a cultura, a colheita e a exploração dessa planta, assim como a elaboração, a comercialização e o consumo de subprodutos, substratos e substâncias dela decorrentes.

Existem cerca de 900 espécies de sálvia, que incluem um grande número de plantas ornamentais e também a sálvia officinalis, usada como tempero.

Segundo o autor, apesar de o Ministério da Saúde atualizar constantemente a portaria que traz as listas destinadas ao controle da comercialização lícita de medicamentos e de drogas, em especial de substâncias que afetam as funções cerebrais, nem sempre a atualização ocorre com a rapidez necessária.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Frente evangélica na Assembleia de SP lutará contra maconha e dia gay’

Fonte: G1

Grupo criado nesta terça-feira (16) é formado por 23 parlamentares. Regimento aprovado defende temas que devem ser foco de ação.

Deputados estaduais paulistas criaram nesta terça-feira (16) a Frente Parlamentar Evangélica da Assembleia Legislativa de São Paulo, que terá 23 integrantes, quase 25% do total de 94 deputados estaduais. O grupo se organiza para trabalhar em temas polêmicos, como maconha, aborto e homossexualidade.

"Nós tivemos recentemente a aprovação de apoio à liberação da maconha e do dia de combate à homofobia. São campanhas que em vez de desenvolver que cada um tenha sua liberdade quer pregar que algo que nós consideramos errado seja considerado normal. Tem alguns projetos que nós somos contra", afirmou o coordenador da frente, Carlos Cézar (PSC), pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Campanha anti-drogas de partido político europeu usa foto de Amy Winehouse e fãs reagem

Fonte: Vagalume

O pôster foi considerado "de mau gosto e desrespeitoso", mas o partido não voltou atrás

A morte da cantora Amy Winehouse no dia 23 de julho foi tema de uma campanha criada pela divisão jovem de um partido suíço que quer leis mais rígidas em relação ao uso de drogas e, de um jeito ou de outro, o pôster (abaixo) acabou chamando atenção de muita gente.

Apesar de ter sido divulgado apenas na internet, os fãs de Amy ficaram furiosos com o fato de o partido União Democrática do Centro se aproveitar da tragédia para a campanha.

Os fãs não se conformaram e reagiram, mas o partido não trocou a foto.

Gregory Logean, o presidente do partido, disse: "A morte de Amy colocou uma realidade diante dos nossos olhos que os outros partidos normalmente esquecem - os efeitos prejudiciais do consumo de drogas.

Estamos divulgando uma foto que o mundo inteiro já conhece. Amy Winehouse não era apenas conhecida por suas músicas, mas acima de tudo, por seus excessos com drogas."

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Maconha sintética e misturas têm vendas proibida na Nova Zelândia

Fonte: Terra

Wálter Fanganiello Maierovitch

Uma das modalidades de maconha sintética comercializada na Nova ZelândiaO governo da Nova Zelândia acaba de proibir, por 12 meses,  a comercialização em tabacarias, supermercados e farmácias da maconha sintética e outros 43 produtos classificados como misturas ou  “maconha alternativa”.

Para o governo, quer a sintética quer as alternativas canábicas são nocivas à saúde.

Dentre as substâncias proibidas está o Chronic,  até com página na internet, e o Spice, incluída a última versão “gold”

Os consumidores não gostaram da proibição e alguns, em entrevistas, opinaram que a medida vai abrir portas ao tráfico ilegal e ao “mercado negro” via internet.

O governo deveria, conforme frisaram, apenas informar sobre os efeitos prejudiciais e realizar campanhas. Jamais, proibir.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Anvisa tenta coibir o comércio de entorpecentes feitos em laboratório

Fonte: Pernambuco.com

Desde a primeira proibição legal de drogas no Brasil, quando as ordenações filipinas, vigentes no país ao longo do século 17, restringiram a venda de ópio aos boticários, nunca foi tão urgente atualizar essa lista. A mefedrona, estimulante parecido com a cocaína e o ecstasy nos efeitos provocados, é a 64ª substância inserida na relação de drogas ilícitas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) O pedido veio da Polícia Federal (PF), que há dois anos trabalha em parceria com o órgão, solicitando a inclusão de novos psicotrópicos e alucinógenos no rol. É que, na era dos entorpecentes sintéticos, feitos em laboratórios muitas vezes com a mudança sutil de um componente químico, fica difícil para as autoridades de segurança pública combaterem efetivamente esse tipo de droga.

sábado, 30 de julho de 2011

Grupo protesta hoje contra a maconha

Fonte: Folha de São Paulo

Religiosos esperam reunir 100 mil pessoas na av. Paulista; ato é reação a tentativa de descriminalizar a droga. Manifestantes ligados a "escritor ecumênico" declaram que não querem "uma nação de drogados e viciados"

"Você daria maconha ao seu filho?" É com essa pergunta que um grupo religioso organizou o "Movimento Nacional Contra a Liberação da Maconha", que pretende reunir hoje 100 mil pessoas na avenida Paulista.

O grupo liderado pelo "escritor ecumênico" Xamã Gideon dos Lakotas, espécie de guru religioso da entidade, faz frente aos organizadores da Marcha da Liberdade, ocorrida em várias cidades, entre elas São Paulo, no último dia 18 de junho, e da Marcha da Maconha, realizada em 2 de julho.

A primeira comemorou a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que autorizou manifestações favoráveis à maconha. A segunda reuniu 2.000 pessoas na mesma avenida Paulista.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Realizada nesta manhã manifestação contra legalização da maconha

Fonte: 180 graus

A legalização da maconha vai possibilitar a lavagem de dinheiro das outras drogas

Faixas com frases contra a legalização da maconha, anunciavam a manifestação desta manhã de terça-feira, na Praça da Graça, centro de Parnaíba. Professores da UFPI, estudantes, escoteiros e entidades religiosas participaram da manifestação.

Marcelo Coertjens, professor de fisiologia da UFPI, à frente do movimento, disse em entrevista que o objetivo principal da manifestação é divulgar a CAMINHADA NACIONAL CONTRA A LIBERAÇÃO DA MACONHA... PELA VIDA! que será realizada na Av. Paulista na cidade de São Paulo dia 30/07/11.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Islândia quer vender cigarros apenas com receita médica

Fonte: Exame

Projeto de lei restringe a venda apenas a pessoas que provarem não conseguir largar o vício e proíbe a comercialização para menores de 20 anos

O cerco contra o tabaco está se fechando na Islândia. O país, que já impede que os cigarros fiquem à mostra nas bancadas dos estabelecimentos comerciais, quer restringir a venda a somente pessoas com receita médica.

O projeto de lei, que deve ser votado pelo parlamento em Reykjavik, prevê a proibição da venda de cigarros para menores de 20 anos e restringe a venda a pessoas que provem que não conseguem largar o vício. Com isso, somente as farmácias teriam permissão para vender cigarros.

Todo fumante teria que ser acompanhado por um médico, que ajudaria o paciente a largar o vício. Aqueles que não conseguissem interromper o uso rapidamente receberiam uma prescrição médica que autorizaria a compra de cigarros.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Entre vaias, "Guerra contra as Drogas" completa 40 anos

Fonte: Yahoo

Lucía Leal

Washington, 17 jun (EFE).- A "guerra contra as Drogas", iniciada pelo ex-presidente americano Richard Nixon, completa 40 anos nesta sexta-feira entre sonoras vaias a seus enormes custos humanos e sua incapacidade para frear a circulação de substâncias ilícitas, que levaram inclusive as Nações Unidas a tachá-la de fracassada.

Em 17 de junho de 1971, Nixon anunciou em mensagem ao Congresso "um ataque em todos os níveis ao problema do abuso de drogas nos Estados Unidos", que identificou como o "inimigo público número um do país".

A iniciativa, cuja duração prevista era de cinco anos, passaria a se transformar em uma estratégia contínua pelas sete administrações seguintes e concretizada em detenções, extradições, ajuda militar e intervenções armadas na Colômbia, no México e no Panamá.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Justiça da Bahia proíbe Marcha da Maconha em Salvador

Fonte: Último Segundo
Tribunal acatou pedido do Ministério Público, que viu apologia ao uso de drogas na manifestação

A Justiça da Bahia proibiu a realização, em Salvador, da chamada “Marcha da Maconha”, prevista para este sábado (28) na capital baiana.

A exemplo do que ocorrera em 2010, a 1ª Vara de Tóxicos atendeu a um pedido de liminar (decisão provisória) do Ministério Público baiano, por meio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais), principal braço da Promotoria para investigação do crime organizado.

Em nota, o Ministério Público baiano justificou o pedido pelo fato de a maconha apresentar “grau elevado de dependência psicológica” e apontou existência de crime nas ações de “induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido da droga”.

No último dia 21, a Polícia Militar de São Paulo usou violência para reprimir um ato de manifestantes que protestavam pelo fato de a mesma marcha ter sido vetada pela Justiça na capital paulista. Até repórteres chegaram a ser agredidos e os PMs responsáveis pela operação foram afastados.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Capoeiristas promovem roda em repúdio à Marcha da Maconha

Fonte: Paraná Shop

A Associação de Capoeira Kauande promove neste domingo (22), às 15h, uma grande roda de capoeira, com a participação de diversos grupos de capoeira de Curitiba. A iniciativa é um ato de repúdio à tentativa de realizar a Marcha da Maconha, mobilização nacional que pretende discutir a descriminalização da maconha e que acabou sendo proibida pela Justiça na capital paranaense. Com o protesto, os capoeiristas esperam reunir cerca de 500 participantes, entre crianças, jovens e familiares dos capoeiristas, na Praça Tito Schier, situada ao lado do Shopping Total.

A roda coletiva está sendo organizada pelo capoeirista Mestre Déa, ex-vereador de Curitiba e idealizador do projeto Educando com Arte, mantido pela prefeitura de Curitiba, através da Fundação de Ação Social (FAS) e Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC). O trabalho, que envolve mais de 1.000 crianças atendidas pelos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), incentiva a prática da capoeira como forma de evitar o contado de crianças e jovens com o mundo das drogas.

Justiça proíbe a realização da marcha da maconha em SP

Fonte: O Globo

SÃO PAULO - A 2ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu, por meio de liminar em mandado de segurança, a realização da Marcha da Maconha em São Paulo. O Ministério Público entrou com pedido de liminar contra a decisão anterior que autorizava algumas pessoas a participarem do evento, que estava previsto para acontecer neste sábado, às 14 horas, no vão livre do Masp, na avenida Paulista.

De acordo com a decisão do relator do processo, desembargador Teodomiro Mendez, "o evento que se quer coibir não trata de um debate de ideias, apenas, mas de uma manifestação de uso público coletivo de maconha, presentes indícios de práticas delitivas no ato questionado, especialmente porque, por fim, favorecem a fomentação do tráfico ilícito de drogas (crime equiparado aos hediondos). É necessário considerar o horário e local de sua realização, logradouro público e turístico, para onde podem convergir indistintamente crianças e adolescentes, o que denota imperativa a concessão da medida cautelar, para que, de pronto, sejam despendidos esforços por partes das autoridades constituídas no sentido de impedir a realização do evento e evitar possíveis danos à coletividade".

A Justiça determinou, ainda, que "sejam oficiados, com a máxima urgência a Secretaria de Segurança Pública, as autoridades responsáveis pela Polícia Civil, Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana e Companhia de Engenharia e Tráfego, para que adotem as medidas legais necessárias para coibir a manifestação".

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A pedido de deputado, juiz proíbe Marcha da Maconha em Curitiba

Fonte: Terra

ROGER PEREIRA
Direto de Curitiba

O juiz Pedro Luis Sanson Corat, da Vara Central de Inquéritos de Curitiba, proibiu na tarde desta quarta-feira a realização da Marcha da Maconha na capital paranaense, previamente marcada para o próximo domingo. A ação que resultou na decisão liminar foi proposta pelo deputado estadual Leonaldo Paranhos (PSC), integrante da chamada bancada evangélica da Assembleia Legislativa do Paraná.

Paranhos alegou que a marcha seria uma apologia ao uso de drogas e poderia acabar incentivando o uso de outros entorpecentes além da maconha. "A maconha é apenas a porta de entrada para outras drogas. Se ficarmos quietos agora, de forma omissa, daqui a pouco vai ter marcha da cocaína, do crack, da pedofilia", afirmou. "Não podemos viver de modismo, achando que como deu certo em outros países vai dar certo aqui também", completou a deputada Mara Lima (PSDB), também da bancada evangélica.