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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Cientistas estudam substância presente na maconha para tratamento de esquizofrenia

Fonte: EBC

São Paulo – Um grupo de cientistas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto investiga o uso de canabidiol contra a esquizofrenia. Essa doença, que distancia o paciente da realidade, tem as causas desconhecidas pelos cientistas, o que a torna, na visão da maioria dos médicos, uma patologia de difícil tratamento. Canabidiol é considerada um canabinóide, ou seja, faz parte dos 80 componentes presentes na planta Cannabis sativa (maconha). No entanto, diferente do canabinóide Delta 9 – Tetrahidrocanabinol (THC), que é o responsável pelos efeitos típicos da planta – alucinógenos e estimulantes – o canabidiol não produz essas sensações.

De acordo com Antonio Waldo Zuardi, professor titular de psiquiatria da Faculdade de Medicina de Ribeirão da Universidade de São Paulo (USP), o canabidiol foi usado em diversos estudos com animais e humanos, os quais sugeriram que a substância pode atenuar sintomas psicóticos.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Maconha vendida em São Paulo está mais potente, indica estudo

Fonte: Folha de São Paulo

A maconha vendida em São Paulo está mais potente. Uma análise do Instituto de Criminalística em 35 amostras apreendidas entre julho e agosto na capital apontou uma média de 5,7% no nível de THC, a principal substância psicoativa da droga.

O estudo foi feito a pedido da Folha. Análise semelhante realizada entre 2006 e 2007 mostrou uma média de 2,5%.

"O resultado pode indicar uma certa tendência no aumento do princípio ativo da maconha vendida nas ruas, como se tem observado em alguns países desenvolvidos", diz Mauricio Yonamine, professor de toxicologia da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Álcool capaz de matar é achado em 37% das bebidas em São Paulo

Fonte: Último Segundo

Estudo realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas da Universidade Federal de São Paulo faz parte de levantamento internacional

Em mais da metade de uma amostra de 65 bebidas coletadas com produtores, vendedores e consumidores das cidades de São Paulo e Diadema (SP) constatou-se a existência de substâncias nocivas à saúde humana. A presença de metanol - um álcool tóxico que pode até matar - foi detectada em 37% das cachaças, licores, vinhos, conhaques e uísques analisados. Em 11 bebidas, as concentrações de cobre estavam acima de 5 mg/l, limite estabelecido por lei.

O estudo, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas da Universidade Federal de São Paulo (Cebrid-Unifesp), faz parte de um levantamento internacional que abrange o consumo de álcool clandestino. Ambos os estudos são financiados pela International Center for Alcohol Policies (Icap), ONG americana vinculada à indústria da bebida. Os resultados são divulgados nesta terça-feira, pela primeira vez no Brasil.

domingo, 28 de outubro de 2012

Substância da maconha é usada para tratamento de fobias sociais

Fonte: Jornal Nacional

Exames feitos com ressonância magnética revelaram mudanças nas regiões do cérebro de quem recebeu o composto. Elemento ainda será testado em novos pacientes por mais tempo.

Uma substância extraída da planta da maconha foi usada para o tratamento de fobias sociais, como o medo de falar em público, por exemplo. É um estudo de cientistas americanos e brasileiros.

É um teste simples, simples para quem não sofre de um transtorno que atinge 10% da população mundial: o medo de falar em público. Diante de uma câmera, a pessoa tem que falar de improviso sobre um tema proposto na hora.

Foi desenvolvida uma simulação dos testes feitos na pesquisa. 36 voluntários foram divididos em grupos, 12 não tinham medo de falar em público. Dos outros 24 que apresentaram o o transtorno, a metade recebeu apenas placebo, que não causa nenhum efeito no organismo. Os demais, um composto extraído da planta da maconha.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Componente da maconha alivia fobia social e ansiedade, diz estudo da USP

Fonte: G1

Tese de pesquisador de Ribeirão Preto levou três anos para ser concluída. Dose de 600 miligramas de Canabidiol deixou as pessoas mais seguras.

Uma pesquisa da USP de Ribeirão Preto (SP) revelou que um componente da maconha pode ajudar no tratamento de pessoas que sofrem de ansiedade e fobia social - transtorno associado ao medo de executar tarefas como falar e comer em público - sem causar dependência química. A tese de pós-doutorado do pesquisador Matheus Bergamaschi, que demorou três anos para ser concluída, evidenciou que uma dose de 600 miligramas do "Canabidiol", substância presente na Cannabis sativa, deixou pacientes com fobia mais seguros.

O desenvolvimento do projeto, em parte conduzido no Instituto de Pesquisas Sobre Abuso de Drogas de Baltimore, nos EUA, contou com a participação de 36 universitários brasileiros voluntários em Ribeirão Preto, que foram divididos em três grupos.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Maconha pode reduzir rigidez muscular em doentes com esclerose múltipla

Fonte: Terra

O extrato da maconha possibilita atenuar a rigidez muscular em pacientes afetados por esclerose múltipla, revelaram os resultados de um estudo que será publicado esta terça-feira.

Cerca de 90% dos doentes com esclerose múltipla sofrem de rigidez muscular em um determinado momento da evolução da doença, o que reduz sua mobilidade e sua qualidade de vida.

De acordo com a revista médica Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry, um estudo de fase 3 - última etapa de um processo para a aprovação de um novo medicamento ou de um novo tratamento - foi realizado com 279 pacientes britânicos durante 12 semanas.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Maconha combate câncer agressivo, revelam estudos

Fonte: Ópera Mundi

Cientistas norte-americanos descobriram que Cannabidiol impede metástase de células cancerígenas

Em breve, pacientes diagnosticados com câncer podem não ter mais que temer o risco de tumores se espalharem pelo corpo. Cientistas do Centro Médico Pacífico da Califórnia, em São Francisco, acreditam ter descoberto uma forma de impedir a metástase, que consiste em uma das principais causas da morte de pessoas com a doença.

A substância “milagrosa” é o Cannabidiol ou CBD, um composto derivado da maconha que não possui efeito psicoativo. Os microbiologistas Sean McAllister e Pierre Desprez aplicaram o CBD em células com alta concentração do ID-1, gene cancerígeno responsável pela metástase, e o processo de reprodução celular voltou ao normal.

“O que descobrimos foi que o Cannabidiol pode desativar esse gene”, explicou Desprez ao jornal norte-americano Huffington Post. As células pararam de se difundir e imigrar para outros tecidos.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Maconha e dependência: relação polêmica

por Fernanda Ribeiro

Levantamento sobre consumo de Cannabis no Brasil aponta que 1,3 milhões são dependentes; cientistas que estudam a erva questionam a pesquisa, que não considerou quantidade e frequência de uso

No Brasil, 1,5 milhão consomem maconha todos os dias. Os dados são do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (Inpad). Mais de 4 mil adultos e adolescentes de 149 cidades responderam, de forma sigilosa, a um questionário que avaliou o padrão de uso de substâncias lícitas e ilícitas, entre elas a Cannabis. A proporção de brasileiros que já experimentou e consumiu a droga no último ano (7% e 3% da população, respectivamente) é pequena em relação a outros países, como Canadá (44% e 14%), Estados Unidos (41% e 10%) e Nova Zelândia (42% e 13%), mas um aspecto em específico chama atenção no relatório do Lenad: há 1,3 milhões com sintomas de dependência. A relação com a droga foi avaliada por meio da Escala de Severidade da Dependência (SDS, na sigla em inglês), um conjunto de 5 perguntas: ansiedade por não ter a substância, sensação de perda de controle sobre o uso, preocupação com o próprio uso, ter tentado parar e achar difícil ficar sem a droga.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Estudo diz que 1,5 milhão de pessoas usam maconha diariamente no país

Fonte: G1

Unifesp divulgou primeiro levantamento detalhado sobre uso da droga. Cerca de 8 milhões de brasileiros disseram já ter experimentado maconha.

Cerca de 1,5 milhão de adolescentes e adultos consomem maconha diariamente no Brasil, aponta o segundo Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Ainda de acordo com o estudo, divulgado nesta quarta-feira (1º), em São Paulo, mais de 3 milhões de adultos, com idade entre 18 e 59 anos, fumaram maconha no último ano e cerca de 8 mihões de adultos (7% dessa parcela da população) já experimentaram maconha alguma vez. Entre os usuários, o levantamento aponta três vezes mais homens.

domingo, 8 de julho de 2012

Maconha pode ser usada para tratar doenças relacionadas à obesidade

Fonte: Terra

Pesquisadores ingleses descobriram dois componentes da folha da maconha que podem aumentar quantidade de energia queimada pelo corpo humano. A descoberta pode fazer da Cannabis sativa um remédio contra doenças ligadas à obesidade, segundo informações do jornal britânico The Telegraph.

Testes em animais já mostraram que estes componentes podem ajudar a tratar diabetes tipo dois, ao mesmo tempo em que ajudam a reduzir os níveis de colesterol na corrente sanguínea e de gordura em órgãos importantes, como o fígado.

Os cientistas estão agora realizando testes em 200 pacientes na esperança de produzir uma droga que possa ser usada por quem sofrem de "síndrome metabólica", quando diabetes, pressão alta e obesidade combinam-se para aumentar o risco de doenças cardíacas e enfarto.

domingo, 1 de julho de 2012

Cocaína vendida no Brasil é 'batizada' até com vermífugo

Fonte: Folha de São Paulo

A Polícia Federal desvendou o "DNA" das drogas que entram no Brasil. Após sete anos entre microscópios e reagentes químicos, peritos identificaram a origem da cocaína e do crack, o grau de pureza das drogas e o que os traficantes misturam a elas.

Quando um usuário consome cocaína pode estar ingerindo, por exemplo, antitérmicos, cafeína, anestésicos e até vermífugos.

Tudo isso misturado à droga aumenta ainda mais os riscos à saúde dos usuários.

Batizado de Pequi (Perfil Químico), o projeto que identificou como as drogas são "batizadas" começou a ser desenhado em 2005, mas foi a partir de 2009 que os policiais padronizaram o envio de amostras para Brasília sempre que as apreensões ultrapassavam cinco quilos.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Uso medicinal da maconha não induz uso em jovens, diz pesquisa

Fonte: O Dia

Estados Unidos -  Pesquisadores de três universidades americanas analisaram dados sobre o consumo de maconha por adolescentes entre os anos de 1993 e 2009. Os economistas descobriram que, mesmo que o uso tenha crescido desde 2005, não há evidências entre a legalização da droga para fins medicinais no país e o aumento do vício entre alunos do ensino médio.

Os responsáveis pela pesquisa das universidades do Colorado, em Denver, do Oregon e de Montana examinaram dados sobre estudantes que participaram da Pesquisa de Comportamento de Risco Juvenil.

O estudo integra informações de 13 estados – Alasca, Califórnia, Colorado, Havaí, Maine, Nevada, Oregon e Washington – no período em que cada um legalizou a maconha para ser destinada ao uso medicinal.

De acordo com o professor de economia Benjamin Hansen, da Universidade do Oregon, o resultado da pesquisa é importante, pois recentemente o governo federal aumentou os esforços para fechar locais onde existe maconha medicinal. O economista diz que, os dados podem mostrar até uma relação negativa entre a legalização e o uso da droga.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Riscos da maconha são 'subestimados', dizem especialistas

Fonte: BBC

Especialistas alertam que o público perigosamente subestima os riscos de saúde ligados a fumar maconha.

A British Lung Foundation realizou um levantamento de 1.000 adultos e constatou que um terço erroneamente acredita que a cannabis não prejudica a saúde.

E 88% pensavam incorretamente que cigarros de tabaco seriam mais prejudiciais do que os de maconha - quando um cigarro de maconha traz os mesmos riscos de um maço de cigarros.

A British Lung Foundation afirma quer a falta de consciência é "alarmante".

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Pesquisadores criam maconha que não deixa usuário 'chapado'

Fonte: Terra

Israelenses criaram uma planta de maconha que parece com a normal, cheira como ela, mas não causa os mesmos efeitos da original. Segundo os pesquisadores, a cannabis modificada ainda não causa fome repentina para quem fumar. As informações são do jornal britânico Daily Mail, que cita o diário israelense Maariv.

A companhia Tikkun Olam criou a planta que anula os efeitos do tetrahidrocanabinol (THC) e ainda aumenta os efeitos do canabidiol, substância que tem sido associada a efeitos positivos contra doenças mentais. Segundo Tzahi Klein, chefe de desenvolvimento da empresa israelense, a planta é virtualmente idêntica à original.

"Ela tem o mesmo cheiro, formato e sabor da planta original, tudo igual, mas a sensação de entorpecimento à qual os usuários estão acostumados desapareceu", diz o pesquisador. Segundo Klein, muitas pessoas usam a droga como um forma de aliviar a dor de alguma doença. "Muitos dos nossos pacientes que testaram a nova planta voltaram e disseram: 'vocês me enganaram', já que eles acreditavam que tinham recebido um placebo."

terça-feira, 29 de maio de 2012

Estudo: maconha não reduz evolução da esclerose múltipla

Fonte: Terra

O consumo de cannabis não reduz a progressão da esclerose múltipla apesar de aliviar alguns sintomas, indica o estudo elaborado pela Escola de Medicina Peninsula, de Plymouth (sul da Inglaterra), e publicado nesta terça-feira pela BBC.

Para a pesquisa, que durou três anos, cerca de 500 pacientes de esclerose múltipla de 27 centros médicos do Reino Unido ingeriram pastilhas com tetraidrocanabinol (THC), o princípio ativo da maconha, embora sem as substâncias psicoativas da droga.

Ao longo do estudo, os pacientes não experimentaram nenhuma redução na evolução da doença. No entanto, a ingestão destas substâncias teve um efeito positivo em relação às dores, rigidez muscular e espasmos.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Cigarro matou 6 milhões em 2010, mostra levantamento

Fonte: Folha de São Paulo

O que as seis maiores empresas do ramo tabagista lucraram em 2010 equivale a US$ 6.000 por cada morte causada pelo fumo nesse ano.

Essa é a conclusão da quarta edição do Atlas do Tabaco, lançado pela Sociedade Americana do Câncer e pela Fundação Mundial do Pulmão, durante a 15ª Conferência Mundial Tabaco ou Saúde, em Cingapura.

Segundo o documento, as seis empresas líderes lucraram US$ 35,1 bilhões em 2010, concentrados na empresa estatal chinesa de tabaco (US$ 16 bilhões) e na Philip Morris (US$ 7,5 bilhões). Esse lucro é maior, diz o atlas, que o da Coca-Cola, da Microsoft e do McDonald's somados.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Cogumelos alucinógenos alteram a personalidade para sempre

Fonte: Galileu

Pesquisadora descobriu que uma dose pode deixar a pessoa mais 'aberta'

A Universidade Johns Hopkins é principal centro de pesquisas com psilocibina nos Estados Unidos. A substância é um composto psicodélico encontrado em centenas de espécies de cogumelos alucinógenos, cujo consumo altera a percepção, causa alucinações visuais, traz euforia e pode dar início a experiências místicas. Aliás, esses cogumelos eram usados desde tempos ancestrais em rituais xamânicos. Além desses efeitos, a droga também pode causar as famosas “bad trips”, quando seu consumo causa ataques de pânico nos usuários. Nem todo cogumelo contém a substância – alguns são inclusive mortais se consumidos por seres humanos.

As pesquisas conduzidas na Universidade Johns Hopkins começam a abrir caminhos para a compreensão de todos esses efeitos. Desde 2006, estudos conduzidos no local tentam entender como a droga propicia as experiências místicas. No ano passado, a pesquisadora Katherine MacLean realizou uma revisão dos estudos anteriores e descobriu que a psilocibina altera a personalidade de seus usuários para sempre – ela os deixa mais abertos a novas experiências. A GALILEU conversou com a cientista sobre essas e outras pesquisas conduzidas na universidade. Veja a entrevista completa:

sexta-feira, 9 de março de 2012

LSD pode ajudar alcoólatras a parar de beber, dizem cientistas

Fonte: G1

Pesquisa analisou estudos feitos nos anos 1960 e concluiu que droga tem efeitos benéficos no combate ao alcoolismo.

Uma única dose da droga alucinógena LSD poderia ajudar alcoólatras a parar de beber, segundo uma análise de pesquisas realizadas nos anos 1960.

O estudo, publicado no 'Journal of Psychopharmacology', utilizou informações de seis experimentos envolvendo mais de 500 pacientes e concluiu que a droga teve um 'efeito benéfico significativo' contra o abuso de álcool, que durou por vários meses depois que a substância foi utilizada.

O LSD é uma das drogas alucinógenas mais fortes já identificadas, que aparentemente bloqueia uma substância química no cérebro, a serotonina, que controla funções como percepção, comportamento, fome e humor.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Bloqueio de químico natural e ‘primo’ da maconha emagrece, diz estudo

Fonte: G1

Canabinoide é produzido pelo cérebro de mamíferos. Resultado obtido em ratos não pode ser reproduzido em humanos.

O bloqueio de uma substância química natural e "prima" da maconha ajuda a eliminar gordura, segundo estudo publicado na edição de março da revista científica "Cell Metabolism". O composto, chamado de 2-AG, está presente nos cérebros dos mamíferos e tem a função de regular o metabolismo energético, de acordo com a pesquisa.

Testes em ratos mostraram que a limitação da produção da substância acelera o metabolismo e ajuda a emagrecer. Apesar de comerem mais e fazerem menos exercício, os roedores com bloqueio de 2-AG não engordaram e não desenvolveram problemas cardíacos ou aumento da pressão sanguínea.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Cientistas identificam como maconha afeta memória de curto prazo

Fonte: O Globo

RIO - Cientistas acreditam estar mais perto de entender como o consumo de maconha interrompe a memória de curto prazo. A equipe canadense da Universidade de Ottawa reduziu este efeito ao manipular um tipo particular de célula do cérebro chamada de astrócito. Em artigo escrito para a revista "Cell", eles disseram que seria possível bloqueá-la com medicamentos baseados em maconha.

Um pesquisador britânico disse que a experiência poderia revelar mais da química natural do cérebro. A maconha inunda o cérebro com uma série de substâncias químicas que imitam um de seus próprios sistemas de sinalização, levando a mudanças na memória e no humor.

Os cientistas estão tentando aproveitar o poder destas químicas, chamadas de canabinoides, em produtos farmacêuticos destinados a tratar doenças como a esclerose múltipla e a dor crônica. As doses de canabinoides são cuidadosamente controladas para evitar efeitos adversos.