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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Esta é a primeira casa americana construída com cannabis

do Gizmodo

Eis a primeira casa americana feita com cânhamo, a fibra que é removida das plantas de cannabis. Ela fica em Asheville, na Carolina do Norte – e, não, não adianta ficar rindo e achando que você vai conseguir fumá-la.

Usando a mistura de cânhamo com cal e água para criar o “maconcreto”, a casa foi construída pelo escritório Push Design, famoso por fazer casas verdes – no sentido de amigas da natureza – após ter criado com sucesso outras habitações ao redor do mundo com a técnica. No entanto, nos EUA, a quantidade necessária de cânhamo teve de ser importada da Europa, já que ela é ilegal no estado, o que fez o projeto todo ficar muito caro.

Essa casa em particular foi feita com cânhamo da Inglaterra, e é revestida com painéis de papel 100% reciclado. Tudo indica que os vizinhos gostaram do que viram e a Push Design já está sendo contratada para construir mais casas assim – mas se alguém achou que fumar a própria casa para ficar doidão seria uma boa ideia, a Push Design disse que seria necessário “fumar mais de 1000 quilos dessa mistura para surtir algum efeito”, o que deve ser muito mais do que fumar todas as paredes e o teto do quarto principal. Péssima ideia.

Mas tenho certeza que algum cidadão do mundo achará sensato fumar tudo isso. [Push Design via GizMag]

14:37 - 01 de Dezembro de 2010

Por Kat Hannaford

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Cientistas criam biodiesel de maconha

do R7 

Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, descobriram que a fibra da Cannabis sativa (nome científico da maconha), chamada de cânhamo industrial, tem propriedades que a tornam uma matéria-prima viável e atraente para a produção de biodiesel, um combustível sustentável feito de plantas renováveis. 
Plantação de maconha industrial na França; planta, que será usada na fabricação de biodiesel, pode ser cultivada em solo infértilO combustível feito de maconha apresentou uma alta eficiência de conversão – 97% do óleo foi convertida em biodiesel – passou em todos os testes do laboratório e até apresentou propriedades que sugerem que pode ser usado em temperaturas mais baixas do que qualquer biocombustível do mercado. 

A capacidade da planta de crescer em solo infértil também diminui a necessidade de cultivá-la em lavouras, que podem ser usadas para o plantio de alimentos, explica Richard Parnas, professor de química, de materiais e de engenharia biomolecular, que chefiou o estudo. 

sábado, 11 de setembro de 2010

Produção de tabaco cresce mas negócio está "morto"

do DN

2009 foi um ano atípico porque houve alguma diversificação de clientes que pagaram preços mais razoáveis pelo tabaco

Portugal produziu 2,1 mil toneladas de tabaco em 2009, o valor mais alto dos últimos três anos. Mas os produtores dizem que o crescimento ficou a dever-se a "razões meramente conjunturais" e que este ano a produção ficará "por metade".

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, entre 2008 e 2009 as explorações de tabaco em folha cresceram de 391 para 590 hectares, o que se traduziu num aumento da produção da ordem dos 70%.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Cigarros: indústria busca alternativas a restrições

do IG

O ano de 2009 não foi dos melhores para as indústrias de cigarro no Brasil. A Lei Antifumo paulista passou a restringir o tabaco em lugares fechados e de uso coletivo no maior mercado consumidor do País, obstáculo que se somou a um novo aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre os cigarros. Passado um ano da aprovação da lei paulista e do anúncio do aumento do IPI, contudo, as principais fabricantes já reportaram crescimento de ganhos e receitas. E manterão as estratégias em 2010.

A Souza Cruz, líder no mercado nacional, com 63% de participação, perdeu volume de vendas em 2009, mas seu lucro líquido cresceu 18,8% em comparação com o ano anterior, para quase R$ 1,5 bilhão. A receita líquida, por sua vez, avançou 9,3%, para R$ 5,8 bilhões. Os bons resultados, de acordo com a empresa, foram garantidos por três fatores: aumento de 22% dos preços, valores em dólar mais atrativos (no caso das exportações) e maior participação de cigarros da linha "premium" nas vendas.