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segunda-feira, 28 de maio de 2012

EUA, Rússia, Grã-Bretanha, Suécia e Itália assinam pacto contra a legalização das drogas

Fonte: Blog do Maierovitch

Estocolmo acaba de servir de palco para a assinatura de um acordo contra a legalização das drogas proibidas pelas convenções das Nações Unidas e pela adoção de uma política balanceada e humana contra as drogas ilícitas. O documento foi assinado na sede da  World Federation Against Drugs.

Os celebrantes e firmatários do acordo, já apelidado de pacto de ferro, são EUA, Rússia, Grã-Bretanha, Suécia e Itália.

Hoje, o acordo será encaminhado à Organização das Nações Unidas (ONU), ao Conselho da União Europeia  e ao seu Grupo Horizontal sobre drogas ilícitas. A remessa foi incumbida ao governo da Suécia que tem a legislação proibicionista mais rígida da Europa.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Leis europeias divergem quanto a posse e consumo de maconha

do DW-World

A posse de maconha é tratada de forma bem diferenciada na Europa. Em alguns países, porte do entorpecente pode causar prisão e, em outros, é tolerado pela polícia.

A Holanda é o país da Europa com a política de drogas mais liberal: em lojas licenciadas, os chamados coffee shops, pode-se comprar, legalmente, até cinco gramas de haxixe ou maconha. O estoque do produto nas lojas pode ser de até 500 gramas do produto.

Em 1976, a Cannabis foi descriminalizada na Holanda. O cultivo para consumo próprio é tolerado, o que também acontece na vizinha Bélgica. A Holanda continua sendo o único país europeu onde as pessoas podem consumir maconha ou haxixe sem se preocupar com a polícia ou com o Ministério Público.

domingo, 4 de abril de 2010

Cientistas propõem imposto sobre doces e refrigerantes

Do Jornal de Notícias

Cientistas do prestigiado Instituto Karolinska (Suécia), propuseram a criação de um "imposto do açúcar", a fim de reduzir o consumo de doces que, naquele país, atinge os índices mais elevados do Mundo.

"Já é hora de a Suécia debater um imposto do açúcar e usar o dinheiro arrecadado para reduzir os preços de frutas e verduras", dizem os pesquisadores, num artigo publicado no jornal sueco "Dagens Nyheter".

O texto afirma que os suecos são os maiores consumidores globais de rebuçados, doces e chocolates. A média de consumo anual é de 17 quilogramas por pessoa. No que respeita a refrigerantes e outras bebidas à base de açúcar, os suecos bebem, em média, 90 litros por ano.

Lennart Levi, um dos autores do artigo e também deputado do Parlamento sueco, afirmou, em declarações à BBC Brasil, que levará a proposta de criação do imposto do açúcar ao Governo. O objectivo principal é alertar para as consequências graves do elevado consumo de açúcar.

Na opinião do investigador, não se trata de proibir, mas sim de aplicar medidas que provoquem uma diminuição do consumo de açúcar, à semelhança do que se faz com o tabaco. Na Suécia, a introdução de altas taxas sobre o tabaco contribuiu para baixar drasticamente o número de fumadores.

No artigo os autores indicam que Noruega, Dinamarca e Islândia já introduziram formas de taxar refrigerantes e outros alimentos de alto teor de açúcar e que a Finlândia planeia fazer o mesmo ainda este ano.