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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Maconha não mata neurônios; conheça os mitos e verdades sobre o uso da droga!

Fonte: UOL

A maconha pode alterar o funcionamento dos neurônios, mas não é capaz de destruí-los. Já o álcool e solventes, como éter, cola de sapateiro, benzina e lança-perfume matam o neurônio, pois exercem um efeito tóxico sobre ele. As informações são de Dartiu Xavier, coordenador do Programa de Orientação e Assistência a Dependentes da Unifesp, que conversou com Jairo Bouer.

No entanto, o uso frequente da maconha, sobretudo na adolescência, pode afetar a memória, a concentração e outras funções cerebrais.

Uma combinação tão perigosa quanto álcool e volante é a de dirigir sob efeitos do uso da maconha. Um estudo holandês, que comparou usuários de álcool e de maconha na direção, concluiu que ambos não estavam aptos para dirigir e que apenas os usuários de maconha tinham a consciência  de seu estado vulnerável para tal prática.

Para ver o vídeo clique AQUI!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Bloqueio de químico natural e ‘primo’ da maconha emagrece, diz estudo

Fonte: G1

Canabinoide é produzido pelo cérebro de mamíferos. Resultado obtido em ratos não pode ser reproduzido em humanos.

O bloqueio de uma substância química natural e "prima" da maconha ajuda a eliminar gordura, segundo estudo publicado na edição de março da revista científica "Cell Metabolism". O composto, chamado de 2-AG, está presente nos cérebros dos mamíferos e tem a função de regular o metabolismo energético, de acordo com a pesquisa.

Testes em ratos mostraram que a limitação da produção da substância acelera o metabolismo e ajuda a emagrecer. Apesar de comerem mais e fazerem menos exercício, os roedores com bloqueio de 2-AG não engordaram e não desenvolveram problemas cardíacos ou aumento da pressão sanguínea.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Nicotina abre a porta para uso de cocaína, diz estudo

Fonte: G1

Substância presente no tabaco altera DNA em roedor e eleva risco de vício. Dados em camundongos foram similares aos observados em humanos.

Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, fizeram um estudo em camundongos para mostrar como a nicotina pode ser uma porta de entrada para o uso de outras drogas como a cocaína. O trabalho foi divulgado na publicação científica "Science Translational Medicine"

Durante o estudo, os roedores beberam água misturada com nicotina por, pelo menos, sete dias. Depois eles receberam, ao mesmo tempo, doses de nicotina e cocaína. Como resultado, os animais apresentaram uma resposta maior à droga ilícita.

Essa afinidade pela droga é causada por uma mudança que a nicotina promove no DNA dos camundongos, especialmente em um gene ligado à dependência química chamado FosB.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Estudo afirma que maconha causa "caos cognitivo" no cérebro

Fonte: Terra

O consumo de maconha está associado a alterações na concentração e na memória que podem causar problemas neurofisiológicos e de conduta, indicou nesta terça-feira um estudo publicado pela revista Journal of Neuroscience.

Os pesquisadores descobriram que a atividade cerebral fica descoordenada e inexata durante os estados de alteração mental com resultados similares aos observados na esquizofrenia.

O estudo, produzido por cientistas da Universidade de Farmacologia de Bristol (Inglaterra), analisou os efeitos negativos da maconha na memória e no pensamento, o que pode provocar redes cerebrais "desorquestradas".

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Basta uma dose de cogumelo alucinógeno para causar mudança de personalidade, diz pesquisa

Fonte: O Globo

RIO - Basta apenas uma grande dose do alucinógeno psilocibina, ingrediente ativo dos chamados "cogumelos mágicos", para provocar alterações de personalidade mensuráveis e de longo prazo, diz estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos EUA. Segundo os cientistas, as mudanças aconteceram na área da personalidade conhecida como "abertura", associada a traços como imaginação, estética, sentimentos e ideias abstratas.

As alterações nessas características pessoais foram verificadas em quase 60% dos 51 participantes do estudo e duraram ao menos um ano. Além disso, as mudanças de personalidade provocadas pelo alucinógeno - medidas com questionários de avaliação largamente utilizados em pesquisas do tipo - foram em magnitude maior do que as alterações observadas em adultos saudáveis como consequência do acúmulo de experiência ao longo décadas de vida. Segundo os cientistas, outras pesquisas indicam que depois dos 30 anos a personalidade de uma pessoa não costuma mudar significativamente.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Estudo: 25% dos pacientes com câncer de testículo usam maconha

Fonte: Terra

Um levantamento feito pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, apontou que 25% dos pacientes com câncer de testículo atendidos no setor de urologia da unidade assumem o consumo regular de maconha.

O uso da droga foi associado ao surgimento do câncer de testículo, provocando diversos efeitos adversos sobre os sistemas endocrinológico e reprodutivo. Dos pacientes atendidos mensalmente com câncer no testículo na clínica de uro-oncologia do (Icesp), 70% têm sinais de doença avançada no momento do diagnóstico.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

USP de Ribeirão testa substância da maconha contra ansiedade

Fonte: A Cidade

Pesquisa realizada na cidade estuda efeitos do Canabidiol em ratos

Jacqueline Pioli

Uma substância da maconha pode ser utilizada para o tratamento da ansiedade. É o que indica uma pesquisa realizada na USP de Ribeirão Preto.

O Canabidiol, constituinte da maconha não responsável pelos malefícios da planta, aumenta a produção de novos neurônios no hipocampo, ou seja, a substância protege contra os danos promovidos pelo estresse.

"O nosso trabalho reforça o papel ansiolítico [tranquilizante] do Canabidiol e abre novas perspectivas em busca de tratamentos farmacológicos" explica a pesquisadora da USP de Ribeirão Preto responsável pelo trabalho, Alline Campos.

sábado, 10 de setembro de 2011

Pesquisa diz que maconha reduz risco de obesidade

Fonte: SRZD

Um estudo realizado por pesquisadores franceses do Instituit National de Santé ed de la Recherche Médicale (Inserm) aponta que o uso habitual de maconha reduz o risco de obesidade. O estudo foi publicado nesta sexta-feira no "American Journal of Epidemiology".

Segundo a pesquisa, o percentual de obesidade entre aqueles que fazem uso da maconha pelo menos três vezes por semana, é 33% mais baixo em relação aos não fumantes. Os estudos têm base em duas fontes que colheram dados de cerca de 52 mil norte-americanos.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Mais uma aplicação medicinal para a maconha

Fonte: Ciência Hoje

Estudo da UFSC engrossa lista de benefícios que substância presente na planta pode proporcionar à saúde humana. Experimentos mostram que composto é eficaz no tratamento de memórias traumáticas.

Teste com camundongoUma erva conhecida pela humanidade há mais de 4 mil anos e que tem uma série de aplicações medicinais comprovadas se mostrou promissora também no tratamento de sequelas emocionais causadas por traumas. O efeito é produzido pelo canabidiol, substância presente na maconha (Cannabis sativa) e que pode substituir vários medicamentos usados em tratamentos psicológicos, evitando seus efeitos colaterais.

O potencial de uso de C. sativa para a atenuação de traumas foi apontado recentemente pela equipe liderada pelo farmacologista Reinaldo Takahashi, no Laboratório de Psicofarmacologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Os pesquisadores utilizaram um modelo experimental comum em estudos que trabalham com estresse pós-traumático, que consiste em provocar traumas em camundongos por meio de choques elétricos sutis nas patas.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Chá do Daime faz imagem mental tão vívida que se iguala à real

Fonte: Folha de São Paulo

Não é de admirar que os usuários da ayahuasca, chá empregado por grupos religiosos como o Santo Daime, afirmem ter visões. Um novo estudo indica que, no cérebro, a bebida provoca efeitos tão vívidos quanto os de uma imagem externa real.

A pesquisa, já aceita para publicação na revista científica "Human Brain Mapping", foi coordenada por Draulio Barros de Araujo e Sidarta Ribeiro, do recém-criado Instituto do Cérebro da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte).

"Ao aumentar a intensidade de imagens recordadas, fazendo com que atinjam um nível idêntico ao de uma imagem natural, é como se a ayahuasca emprestasse um status de realidade a experiências internas", escrevem.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Empresa sequencia genoma da maconha

Fonte: Info

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São Paulo- Empresa sequencia e publica na web o genoma da Cannabis sativa – popularmente conhecida como maconha.

O trabalho foi realizado pela Medical Genomics que, talvez não coincidentemente, é um laboratório holandês com sede em Amsterdam. O objetivo seriam as pesquisas para fins terapêuticos com a planta, e os resultados foram divulgados nessa madrugada em um serviço de nuvem aberto.

O material, no entanto, é apenas a “sequência bruta”  - dados que ainda precisam de muito trabalho para poderem ser aproveitados para algum fim.  Por enquanto, os pesquisadores possuem 131 bilhões de bases de DNA, mas esse número deve ser reduzido a apenas 400 milhões quando o trabalho com a maconha estiver finalizado.

Estudo mostra que o ecstasy pode ser usado para tratar o câncer

Fonte: G1

Cientistas elevaram a capacidade da droga para destruir tumores.
Trabalho foi publicado na revista 'Investigational New Drugs'.

Cientistas da Grã-Bretanha revelaram esta sexta-feira (19) que estão avaliando se o ecstasy, conhecido como a droga do amor e popularizado em festas de música eletrônica - as chamadas "raves" - pode ser eficaz no tratamento de cânceres no sangue.

Cientistas da Universidade de Birmingham, no centro da Inglaterra, afirmaram ter modificado formas da droga, intensificando em 100 vezes sua capacidade de destruir células cancerosas.

Há seis anos, os pesquisadores descobriram que os cânceres que afetam os glóbulos brancos do sangue parecem responder a certas drogas psicotrópicas. Entre elas estão pílulas de emagrecimento, antidepressivos da família do Prozac e derivados da anfetamina como o MDMA, conhecido popularmente como ecstasy.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Vício: natureza ou hábito?'

Fonte: Folha de São Paulo

RICHARD A. FRIEDMAN, M.D.

Por que alguns sobrevivem ao uso abusivo de drogas e álcool, enquanto outros sucumbem ao vício? Cientistas começaram a encontrar a resposta.

Segundo a Pesquisa Nacional sobre o Uso de Drogas e Saúde de 2008, 46% dos americanos experimentaram uma droga ilícita. Mas só 8% a utilizaram no último mês. Em comparação, 51% usaram álcool no último mês.

A maioria dos que experimentam drogas não se vicia, portanto. Então, quem corre o risco?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Efeito "similar" à maconha explica gula por comidas gordurosa

Fonte: Terra

Um estudo revelou que a gordura contida em alimentos como batatas fritas desencadeia um mecanismo biológico de gula no organismo que atua de modo similar aos efeitos da maconha.

A pesquisa, feita por cientistas da Universidade de Califórnia, descobriu que quando provaram comidas gordurosas, ratos, utilizados como cobaias na pesquisa, começaram a produzir substâncias químicas conhecidas como endocanabinóides, uma espécie de lipídios biologicamente ativos, que exercem um efeito semelhante ao da maconha sobre o indivíduo.

O processo, relata a pesquisa, tem início na língua, onde as gorduras contidas no alimento geram um sinal que viaja do cérebro, através de um feixe de nervos conhecido como nervo vago, para o intestino. Lá, ocorre o estímulo na produção de endocanabionóides, e a substância provoca uma onda de ativação celular, que induz à ingestão desenfreada de alimentos gordurosos.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Componente da maconha ajuda a superar traumas, diz pesquisa

Fonte: Terra

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) descobriram como um componente químico da maconha pode ajudar no tratamento das sequelas emocionais deixadas por traumas. Experimentos indicam que o canabidiol, um dos mais de 80 constituintes da Cannabis sativa, ajudou animais a superar a ansiedade provocada por uma experiência traumática.

Nos testes em laboratório, os animais receberam um choque moderado nas patas, simulando uma situação traumática. Quando eram novamente expostos ao ambiente de condicionamento, os animais "congelavam" de medo, sem poder reagir. Contando o tempo de imobilidade, os pesquisadores avaliam a intensidade do medo.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

"Há grupos que querem manter status satanizado da maconha", diz pesquisador

Fonte: Rede Brasil Atual

Professor da Universidade de Brasília defende uso medicinal da maconha e argumenta que proibição do Estado a essa aplicação é autoritária

"Há grupos que querem manter status satanizado da maconha", diz pesquisadorSão Paulo – "A sociedade precisa ter acesso ao remédio que quiser. E o Estado não pode privar ninguém disso. As pessoas que acreditam que a maconha é um remédio já são consideradas criminosas por este mesmo Estado. Isso é inaceitável." A posição é do neurocientista e professor adjunto da Universidade de Brasília (UnB), Renato Malcher Lopes.

Em entrevista à Rede Brasil Atual, o pesquisador explica os estudos que comprovam os efeitos medicinais da planta, seu uso histórico e o porquê da polêmica discussão que o uso e a legalização da planta causa na sociedade.

Nos próximos meses, 17 cidades participam de um movimento pedindo o fim da proibição do plantio e do consumo da planta. Os organizadores da Marcha da Maconha reivindicam a abertura de um debate público que discuta a lei antidrogas no que envolve a maconha. No sábado, no Rio de Janeiro, uma caminhada pela orla reuniu algumas centenas de pessoas que veem vantagens em regulamentar o mercado da substância.

Confira a entrevista com o pesquisador da UnB.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Óleo a base de maconha ajuda tratameto de câncer de menino nos EUA

Fonte: O Dia

Rio - Um menino que sofria de um grave tumor teve a ajuda de um óleo a base de maconha em seu tratamento nos EUA. Cash Hyde nasceu em Montana, ao completar dois foi diagnosticado com um caso grave de câncer no cérebro. O menino precisou passar por um tratamento de quimioterapia para reduzir o crescimento do tumor, foi nessa fase o derivado da maconha foi usado. As informações são do Daily Mail.

A quimioterapia geralmente apresenta efeitos colaterais. Em Cash eles foram drásticos, o menino teve convulsões e uma infecção no sangue. Devido ao efeitos ele não conseguia levantar a cabeça, chegando a ficar por 40 dias sem ingerir nenhum alimento sólido.

Ao ver o filho entre a vida e morte, Hyde resolveu incluir um óleo a base de maconha no coquetel de remédios que Cash tomava todos os dias. Os médicos foram contra a prática, mas Cash dava o produto para o filho secretamente através do tudo de alimentação. Hoje o menino já foi declarado livre da doença pelos médicos.

O pai do menino acredita que a maconha tenha aliviado as dores causadas pela quimioterapia. Alguns estados norte-americanos permitem o uso medicinal da maconha. O governo federal não reconhece a legalidade do uso da droga e frequentemente questiona os estados.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Maconha, uma planta medicinal

Fonte: Folha de São Paulo

A atual legislação do país sabota a pesquisa e impede a exploração assistida das baratíssimas propriedades medicinais da maconha

RENATO MALCHER LOPES

Houve época em que o uso de determinadas plantas medicinais era considerado bruxaria, e às almas das bruxas restava receber benevolente salvação nas fogueiras da Inquisição. Atualmente, o estigma que a maconha carrega faz, para muitos, soar como blasfêmia lembrar que se trata, provavelmente, da mais útil e bem estudada planta medicinal que existe.

Pior, no Brasil, se alguém quiser automedicar-se com essa planta, mesmo que seja para aliviar dores lancinantes ou náuseas insuportáveis, será considerado criminoso perante uma lei antiética, sustentada meramente por ignorância, moralismo e intolerância.

Apesar de sua milenar reputação medicinal ser inequivocamente respaldada pela ciência moderna, no Brasil, a maconha e seus derivados ainda são oficialmente considerados drogas ilícitas sem utilidade médica. Constrangedoramente, acaba de ser anunciado, na Europa e nos EUA, o lançamento comercial do extrato industrializado de maconha, o Sativex, da GW Pharma.

domingo, 1 de maio de 2011

Maconha medicinal ganha força no mundo; Brasil ainda veta

O recente acordo firmado pela gigante farmacêutica Novartis com a britânica GW Pharmaceuticals para vender o Sativex, um remédio à base de maconha, em regiões como Austrália, Ásia, Oriente Médio e África reacendeu o debate sobre o uso medicinal daCannabis sativa (nome científico da maconha).

Já aprovado no Canadá, nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, o medicamento, que serve para tratar a esclerose múltipla, pode chegar ao Brasil em breve. A lei do País não permite remédios que tenham extratos da maconha em sua composição, mas existem brechas para casos específicos.

A GW Pharmaceuticals, fabricante do Sativex, inclusive já iniciou discussões com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no fim do ano passado, para a venda do remédio no Brasil, mas até o momento não houve a liberação.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Médicos defendem maconha terapêutica

Fonte: Estadão

Preconceito emperra pesquisa sobre o uso da planta em remédios, dizem especialistas

O lançamento mundial de um medicamento produzido à base de maconha pela farmacêutica britânica GW Pharma, e que será comercializado na América do Norte e na Europa pelo laboratório Novartis, reacendeu as discussões entre os especialistas brasileiros sobre o uso medicinal da droga no País. Por aqui, o princípio ativo do remédio (Sativex), usado para aliviar a dor de pacientes com esclerose múltipla, não é permitido.

O Brasil é signatário de tratados diversos que consideram a substância ilícita, o que dificulta inclusive o desenvolvimento de pesquisas científicas sobre as propriedades terapêuticas da planta e suas reações no cérebro.

Pesquisadores ouvidos pelo JT comparam a importância do estudo da cannabis sativa (nome científico da maconha) com a relevância do ópio para o desenvolvimento da morfina – medicamento essencial para o tratamento da dor aguda. E reforçam o argumento de que a possibilidade de uso medicinal não é sinônimo de liberação ou legalização da droga.