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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Alemanha pode permitir que doentes graves plantem maconha

Fonte: Terra

Há 20 anos Michael F. sofre de esclerose múltipla, tem convulsões e dificuldade de falar. O consumo de maconha proporciona alívio ao pedreiro ladrilhador da cidade de Mannheim. Embora o efeito medicinal da erva seja notório, é difícil para pacientes como ele conseguirem uma terapia com cânabis que seja legal e financeiramente acessível.

É o próprio Michael F. quem planta a maconha para a sua terapia, no banheiro de sua casa. Ele se sente compelido a tal pela atual legislação. A obtenção da chamada cânabis medicinal através de uma farmácia também seria possível. No entanto, ela está sujeita a condições rigorosas, e em geral os custos não são cobertos pelo seguro de saúde ou outras instâncias. O chamado autocultivo é o que resta a pacientes com pouco dinheiro.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Senhora de 84 anos alimentava coelhos com maconha na Alemanha

Fonte: UOL

A polícia alemã descobriu que uma senhora de 84 anos alimentava seus coelhos com maconha no vilarejo de Golzow, no Estado de Brandenburgo, segundo o "The Local".

“Eles realmente gostam da planta”, disse a mulher. De acordo com ela, a plantação tinha simplesmente começado a florescer ali e a maconha tinha se mostrado uma ótima fonte de alimentação para os animais, além de crescer rápido depois de ser podada.

As plantas de cerca de 1 metro foram vistas por um policial enquanto ele tomava o caminho para o trabalho. A polícia considerou plausível a versão da mulher, mas apreendeu a droga, que será levada para testes em laboratórios a fim de determinar a quantidade de THC -- substância psicoativa da maconha -- presente nelas.

Não se sabe com o que a senhora pretende alimentar os coelhos a partir de agora.

*Com informações do jornal The Local

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Pé de maconha gigante substitui árvore tradicional de Natal na Alemanha

do Blog Sem Fronteiras

Fotomontagem A polícia alemã acaba de sequestrar um pé de maconha de 2 metros de altura e  ricamente decorado com bolas, estrelas, luzes coloridas e folhas pintadas com tinta branca a imitar neve.

Um alemão, de 68 anos, resolveu trocar o tradicional pinheiro pelo pé de maconha.

O lugar escolhido foi a lateral  da sala de estar da sua bela casa, defronte a uma janela.

O piscar das luzes, segundo a polícia, chamou a atenção de transeuntes e vizinhos. Aí, “pintou” a denúncia por telefonema à polícia.

domingo, 31 de outubro de 2010

Legalização da maconha suscita divergências na política alemã

do DW-World

Legalização da maconha é tema periférico na política alemã, embora volte sempre à tona e cause divergências. Porte de pequenas quantidades não é penalizável, mas cultivo e comércio de Cannabis não são permitidos no país.

Sociedade alemã também diverge quanto consumo de maconha O partido A Esquerda defendeu recentemente, em meio à campanha eleitoral no estado alemão da Renânia do Norte-Vestfália, a legalização da maconha. O slogan "direito ao delírio" virou manchete em todo o país. A mesma reivindicação já consta, há dez anos, do programa do Partido Verde, apenas formulado de maneira mais objetiva.

Entre os social-democratas alemães, Otto Schily, que mais tarde se tornaria ministro do Interior de linha dura, sugeriu, em meados dos anos 1990, a descriminalização do porte da Cannabis para consumo próprio. Uma sugestão que ele próprio não acatou após tomar posse no cargo de ministro.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Leis europeias divergem quanto a posse e consumo de maconha

do DW-World

A posse de maconha é tratada de forma bem diferenciada na Europa. Em alguns países, porte do entorpecente pode causar prisão e, em outros, é tolerado pela polícia.

A Holanda é o país da Europa com a política de drogas mais liberal: em lojas licenciadas, os chamados coffee shops, pode-se comprar, legalmente, até cinco gramas de haxixe ou maconha. O estoque do produto nas lojas pode ser de até 500 gramas do produto.

Em 1976, a Cannabis foi descriminalizada na Holanda. O cultivo para consumo próprio é tolerado, o que também acontece na vizinha Bélgica. A Holanda continua sendo o único país europeu onde as pessoas podem consumir maconha ou haxixe sem se preocupar com a polícia ou com o Ministério Público.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Alemanha vai liberar fabricação de medicamentos à base de Cannabis

do Deutsche Welle

As bancadas parlamentares dos partidos que formam a coalizão de governo na Alemanha - a união conservadora CDU/CSU e o Partido Liberal (FDP) – selaram acordo em Berlim a respeito da legalização do uso medicinal da Cannabis sativa no país.

O ministro alemão da Saúde, Philipp Rösler, afirmou nesta quarta-feira (18/08) que vítimas de enfermidades como a esclerose múltipla, por exemplo, poderão fazer uso de tais medicamentos, a fim de minimizar o sofrimento e as dores causadas pela doença.

Segundo o ministro, não é necessária, contudo, uma mudança nas leis para que esse tipo de medicamento passe a ser permitido no país, bastando, para tal, apenas um decreto de seu ministério.

Rösler acredita que isso possa ser feito de maneira "relativamente rápida", uma vez que autorizações semelhantes já existem em vários outros países europeus. Para a aquisição de tais medicamentos, salienta o ministro, deverá ser necessária uma receita especial para entorpecentes, a ser devidamente preenchida pelo médico.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Berlim, na Alemanha, deve flexibilizar as leis de porte da maconha

do 24horasNews

Uma nova política em relação à maconha poderá legalizar a posse de até 15 gramas da droga por pessoa na capital alemã. A regulamentação transformaria Berlim numa das cidades mais flexíveis em relação à cannabis na Europa. Os berlinenses há muito tempo desfrutam da atitude relaxada do governo da cidade quanto à maconha. Não é incomum ver alguém tragando um baseado nos parques da cidade ou enrolando um nos fundos de um café.

Agora, entretanto, a capital alemã pode dar um passo a mais para se tornar uma das mais tolerantes à maconha na Europa. A secretária da saúde da cidade disse à “Spiegel” que planeja aumentar para 15 gramas a quantidade de maconha e haxixe que uma pessoa pode portar.

A lei federal alemã proíbe o porte de maconha além de uma “pequena quantidade”, mas deixa sob responsabilidade dos Estados determinarem exatamente qual é essa quantidade. A maioria dos Estados, incluindo Brandemburgo, em torno de Berlim, definem esta “pequena quantidade” como seis gramas. Até agora, Berlim permitia o porte de 10 gramas.

Com a regulamentação prestes a expirar, Katrin Lompscher, secretária da saúde da cidade, logo assinará uma nova regulamentação aumentando esta quantidade. Ela diz que o sucesso da norma de 10 gramas justificam um aumento, embora sua secretaria tenha se recusado a explicar qual foi o sucesso, mesmo depois de repetidos pedidos.

Nem todo mundo em Berlim está satisfeito com o plano. O partido de extrema esquerda, do qual Lompscher faz parte, é o parceiro mais novo da coalizão que governa a cidade-estado de Berlim, aliado aos Social-Democratas de centro-esquerda (SPD, na sigla em alemão). O Partido de Esquerda há muito defende a legalização da cannabis, mas Stephanie Winde, porta-voz do SPD de Berlim, disse à “Spiegel Online” que o Partido de Esquerda não havia discutido a política dos 15 gramas antes de divulgá-la. O SPD, diz ela, preferiria tomar uma decisão conjunta sobre a política da cannabis.

Se a nova medida de Lompsher se transformar em lei, ela também seria aparentemente contraditória ao aumento dos esforços para combater o comércio de drogas em Berlim no ano passado. Num deles, dezenas de policiais, com apoio de um helicóptero, fizeram uma varredura do Hasenheide, um parque de 50 hectares no centro de Berlim, durante 13 horas em busca de traficantes. Outros parques também foram alvo de fiscalização.

Alguns questionam se a proposta de Lompsher apenas facilitará a vida dos traficantes, que poderão carregar suas mercadorias de forma legal. “Os traficantes poderão se aproveitar da regulamentação mais liberal e carregar apenas a quantidade permitida por lei”, escreveu o jornal Berliner Zeitung num editorial recente.