quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Projeto de lei uruguaio para legalizar maconha deve ser apresentado em breve

Fonte: Terra

O Governo do Uruguai apresentará ainda nesta quarta-feira o projeto de lei com o qual o presidente José Mujica pretende descriminalizar a maconha no país como forma de lutar contra o narcotráfico e a delinquência, informaram fontes oficiais.

Ao participar de um ato no Palácio Legislativo, o secretário-adjunto da presidência, Diego Canepa, disse à imprensa que "o projeto deveria ter sido apresentado na segunda-feira mas tivemos um problema de falta de assinaturas" já que alguns ministros tiraram licenças por razões pessoais.

"É uma questão de mera formalidade. Eu diria que hoje mesmo será feito. No mais tardar amanhã", afirmou.

Nome de Usain Bolt vai parar em embalagens de maconha nos Estados Unidos: ‘Bate rápido’

Fonte: Extra

O sucesso de Usain Bolt, medalhista de ouro na prova dos 100m rasos nos Jogos de Londres e forte candidato ao pódio também nos 200m, é de proporções mundiais. Nos Estados Unidos, contudo, a fama do jamaicano criou uma situação, digamos, inusitada. De acordo com o site “TMZ”, algumas lojas que vendem maconha batizaram seu produto com o nome do velocista. Vale lembrar que, nos EUA, a droga pode ser adquirida legalmente no caso de prescrições médicas.

Ainda segundo a publicação, os estabelecimentos em questão ficam no condado de Orange, na Califórnia. Uma fonte teria revelado que a maconha recebeu o nome de Bolt porque “bate (faz efeito) rápido”, fazendo jus ao desempenho do campeão olímpico.

O curioso é que o atleta causou polêmica, em 2009, ao afirmar numa entrevista que “na Jamaica, toda criança sabe acender um baseado”. Pouco dias depois, Bolt acabou pedindo desculpas publicamente pela declaração.

Para concluir, outra informação fornecida pelo “TMZ”: o próximo passo dos comerciantes será lançar, em breve, a maconha “Nick Delpopolo”, judoca americano expulso das Olimpíadas após testar positivo para a droga. O atleta alegou que comeu, inadvertidamente, um brownie feito com alucinógenos.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Michael Phelps se atrapalha ao falar de maconha

Fonte: D24AM

O campeão olímpico já foi flagrado usando a droga e ficou constrangido quando foi questionado sobre o assunto

Londres – Disputado pelos jornalistas, o nadador Michael Phelps se atrapalhou ao ser questionado sobre o seu posicionamento sobre a permanência da maconha na lista de substâncias proibidas pela agência mundial antidoping. O campeão olímpico já foi flagrado usando a droga.

Ao perceber o desconforto do atleta diante a da pergunta, a assessora de imprensa tomou o microfone da mão do repórter e passou para outro. A pergunta ficou sem resposta.

Aparelho para disfarçar 'maresia'

Fonte: O Dia

Equipamento criado para a aromaterapia é usado por usuários de maconha e fumantes

Rio -  A polêmica está no ar. Um vaporizador portátil é a nova estratégia usada por quem consome maconha em lugares públicos no Rio. Vendido  pela internet, o aparelho importado da Europa ou EUA se assemelha a um radinho de pilha e custa R$ 400, em média. Criado para a prática de aromaterapia, ele transforma em vapor qualquer tipo de erva, como camomila e eucalipto, ou fumo.

Por não emitir fumaça nem emanar o cheiro inconfundível da maconha, o acessório caiu nas graças de quem é usuário. Pelo mesmo motivo, pode dar passe livre para o fumante de cigarro dentro de ambientes fechados.

A criminalização por um fio

Fonte: Revista Fórum

Henrique Carneiro, professor da USP, fala sobre a história do proibicionismo em relação às drogas, dos interesses econômicos que se esconderam por trás dele, e acredita que a mudança dessa política, em todo o mundo, está por vir

Por Mario Henrique de Oliveira

O historiador e professor da Universidade de São Paulo (USP) Henrique Carneiro é referência quando o assunto é drogas. Ele pode discorrer por horas a fio sobre os usos comerciais, medicinais e alimentícios das mais diversas substâncias no decorrer da história da humanidade. Com posição antiproibicionista, o doutor em História Social e autor de diversos livros sobre o assunto, como a Pequena enciclopédia da história das drogas e bebidas e Bebida, abstinência e temperança na História antiga e moderna, é constantemente convidado para dar palestras e participar de movimentos que lutam pela descriminalização das drogas, como foi o caso da Marcha da Maconha, realizada no último dia 19 de maio em São Paulo.

Henrique Carneiro recebeu a reportagem da Fórum na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Entre os assuntos abordados estão os diversos usos do álcool e das drogas em geral na História, incluindo alguns momentos curiosos, como o fato de a Constituição americana ter sido escrita em papel de cânhamo, fibra que se extrai da cannabis, planta da qual se produz a maconha. Carneiro também explica os interesses econômicos por trás do proibicionismo e aposta numa mudança de paradigma que já estaria ocorrendo, derrubando a criminalização. Confira abaixo a entrevista.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Editorial: A força não resolveu

Fonte: O Globo

O combate às drogas no Brasil, desde sempre feito com base em princípios policial-militares, dos quais os Estados Unidos são a grande ponta de lança, afundou em inegável fracasso. Como lá. Mantidos na ilegalidade, o consumo e venda de entorpecentes produziram números trágicos, e não se logrou conter o avanço do flagelo. Em oposição à política preconizada pelos americanos, países que contrapuseram soluções alternativas, mais flexíveis, para controlar o crescente número de dependentes contabilizam importantes vitórias nesse campo.

O exemplo mais visível é Portugal. Lá, no rastro de uma flexibilização legislativa que resultou, na prática, na descriminalização de substâncias ditas mais leves, como a maconha, comemoram-se, dez anos depois dessa virada no tratamento da questão, importantes reversões nos índices de consumo e de mazelas (doenças, violência, corrupção), que a política anterior centrada na criminalização não conseguiu debelar.

Judoca é expulso após doping por maconha e justifica: "comi sem saber"

Fonte: Terra

O judoca americano Nicolas Delpopolo, que obteve um diploma olímpico ao terminar na sétima posição de sua divisão, foi desclassificado dos Jogos Olímpicos de Londres por "infração das regras antidoping", anunciou nesta segunda-feira o Comitê Olímpico Internacional (COI).

"Imediatamente depois de sua participação no dia 30 de julho na prova de judô da categoria masculina até 73 kg, Nicholas Delpopolo, 23 anos, foi submetido a um controle e a análise de sua amostra de urina acusou a presença de ácido 11-nor-delta-9-tetrahidrocanabinol carboxílico, substância proibida", afirmou o COI em um comunicado.

Logo depois do comunicado emitido pelo COI, o Comitê Olímpico Americano (USOC) também enviou uma nota oficial.