domingo, 17 de outubro de 2010

Um pequeno pé de maconha

do Barbacena Online

Por cultivarem um pequeno pé de maconha em casa, duas mulheres foram presas na madrugada de sexta-feira (15) sob acusação de tráfico de drogas. Um homem que estava em frente a uma residência no bairro Boa Vista, em atitude suspeita, fugiu quando percebeu a presença da PM.

Desconfiados de uma possível tentativa de furto na referida casa os militares fizeram contato com as moradoras e perceberam uma planta com característica de maconha. No local ainda foi encontrada uma caixa de fósforos com uma pequena quantidade de uma substância também com característica de maconha, além de R$ 188.

Abasteça seu carro com maconha

do Blog Planeta Sustentável

Nem todo mundo sabe, mas as fibras do cânhamo (a conhecida maconha) podem ser utilizadas para fabricar roupas, levantar paredes e compor a estrutura de um carro, devido à sua resistência (ela é duas vezes mais forte que outras fibras orgânicas). As sementes, no entanto, costumam ser descartadas. Mas isso está para mudar.

Aproveitando o potencial oleaginoso das sementes da maconha, o programa Polymer, da Universidade de Connecticut nos EUA, desenvolveu um biodiesel com altíssima taxa de aproveitamento: 97% do óleo das sementes foi convertido em combustível.

Outra vantagem da Cannabis sativa é a capacidade da erva de crescer em solo pobre e de baixa qualidade sem necessidade de pesticidas. Por isso, não é necessário cultivá-la em lavouras destinadas ao plantio de alimentos. “A produção de combustíveis sustentáveis muitas vezes compete com o cultivo de alimento”, afirma Richard Parnas, coordenador do Polymer, em artigo publicado no site da Universidade. “Nesse contexto, produzir biodiesel a partir de plantas que não são alimentos e que não precisam de terra de alta qualidade é um grande passo”.

O Polymer planeja construir uma unidade piloto de produção de biodiesel da cannabis, que contaria com um reator capaz de produzir até 200 mil litros de biocombustível por ano. Os cientistas pretendem testar novas formas de produzir biodiesel e realizar análises econômicas para a comercialização de seus métodos.

O biodiesel é um combustível biodegradável e renovável produzido a partir de matérias-primas vegetais, como soja, dendê, mamona e, agora, maconha. Ele possui um teor de poluição equivalente ao do álcool (feito de cana-de-açúcar, ele também é um biocombustível) e emite menos gases poluentes que a gasolina.

(Fonte: Exame Online)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Operação Lei Seca vai punir uso de drogas

do O Dia

Rio - A partir do ano que vem, a Operação Lei Seca vai além do combate à combinação álcool-direção. Nos primeiros meses de 2011, uma espécie de ‘bafômetro antidrogas’ também vai detectar — e levar à punição — motorista sob efeito de substâncias como maconha, cocaína, ecstasy e excesso de calmante. Desenvolvido pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), um carro-laboratório acompanhará cada uma das sete equipes nas ações. Veículo-piloto já foi testado na Ponte Rio-Niterói.

Foto: Divulgação

Os carros serão equipados com aparelho semelhante a um computador portátil capaz de acusar a presença de oito classes de substâncias (anfetaminas, metanfetaminas, canabinoides, derivados da cocaína e ecstasy, álcool, diazepínicos e opioides). A intenção é que o aparelho substitua o bafômetro.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

“Já fumei maconha com vários campeões do UFC”, diz apresentador do evento

do R7

Joe Rogan (esq.) disse que vários lutadores de alto nível no MMA fumam maconha O comediante Joe Rogan, que é um dos principais apresentadores e comentaristas do UFC (Ultimate Fighting Championship), criou polêmica nesta semana em seu videoblog semanal. Acompanhado de um convidado, Rogan afirmou que já fumou maconha com vários lutadores de alto nível do MMA (Mixed Martial Arts, mais conhecido como vale-tudo).

- Você não acha que as pessoas se surpreenderiam se soubessem quantos lutadores de alto nível no MMA fumam maconha? É um número muito grande. Eu já fumei maconha com muitos campeões do UFC. Muitos caras maus gostam dessa erva.

O apresentador citou, entre outros, o holandês Peter Aerts, ex-campeão do K-1 (evento que envolve só lutas em pé). A conversa começou, inclusive, quando a dupla dizia que a Holanda era um lugar diferente de tudo no mundo.

- A Holanda é um lugar louco, cara. Peter Aerts, por exemplo, que é três vezes campeão do K-1, fumava maconha o dia inteiro. Ele levava um pacote de maconha no bolso e acendia um baseado atrás do outro.

Além disso, Rogan ainda falou sobre o norte-americano Nick Diaz, ex-lutador do UFC e atual integrante do Strikeforce, evento que concorre com o UFC.

- Nick Diaz me disse uma vez que ele não achava que a maconha estava atrapalhando sua carreira no MMA. Era o MMA que estava impedindo que ele fumasse mais maconha.

Apesar de ter falado que já fumou maconha com muitos campeões do UFC, Rogan não citou nenhum no vídeo. Se quiser ver o vídeo inteiro, em inglês, clique aqui. O apresentador fala sobre maconha a partir do minuto 46.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Maconha se populariza entre idosos por benefícios medicinais

da Veja.com

Algumas famílias estão acrescentando um novo ritual de passagem à meia-idade: a compra de maconha pelos filhos aos pais que estão envelhecendo. Bryan, um escritor de 46 anos que vive em Illinois (EUA), é quem busca a droga para seus pai - doente cardíaca - e sua mãe - que sente tonturas e náuseas. O casal, que teme ser acometido pelo Alcheimer, decidiu experimentar o método alternativo há cinco anos, depois de analisar pesquisas já realizadas.

Bryan, que pediu para não ter o sobrenome divulgado, começou a fazer bolos e biscoitos com a droga como um dos ingredientes. Em Illinois o uso medicinal de maconha ainda não está legalizado, embora ele seja feito com frequência em 14 estados e no Distrito de Colúmbia. Com a idade já avançada, acima dos 70 anos, não existe a preocupação dos pais de Bryan de se viciarem ou serem levados a drogas mais pesadas. "Nós temos preocupações com a lei, mas não iria deixar de comer os biscoitos e passar de novo pelo que passei", conta a mãe, que teve suas crises reduzidas. "Claro que, se for apanhada, terei de parar de usá-los", ressalva.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Legalização da maconha avança no exterior e debate esquenta no Brasil

do Coletivo DAR

RESUMO
Enquanto cientistas, juristas e políticos brasileiros discutem a proibição do consumo da maconha, iniciativas pró-legalização ganham força na Europa e nos EUA, para reduzir a violência causada pelo tráfico, controlar os danos à saúde e taxar a substância para gerar receita aos governos, a exemplo do que já ocorre com o álcool e o tabaco.

FERNANDA MENA
CLAUDIO ANGELO

O ANO DE 2010 é especialmente fértil no debate sobre a maconha. No Brasil e no mundo, começam a pipocar pesquisas e iniciativas políticas para refundar a discussão em termos científicos e jurídicos mais modernos.

Um novo estudo científico foi publicado no Reino Unido e se impôs como referência tanto para os proibicionistas quanto para os ativistas pró-legalização -o “lobby da proibição” e o “lobby da maconha”, como ambos se apelidaram mutuamente, vão debater o tema no auditório da Folha, em 21/10.

Três ex-presidentes do Brasil, do México e da Colômbia, países que enfrentam graves problemas com o narcotráfico, pediram mais ciência nas políticas sobre drogas ilícitas. Na ocasião, um deles, Fernando Henrique Cardoso, declarou que “a guerra às drogas falhou” e que as atuais políticas de proibição precisam de “uma revisão transparente”.

sábado, 9 de outubro de 2010

Facebook: fundadores doam US$ 170 mil à campanha pró-maconha

do Terra

Sean Parker, um dos fundadores do Facebook e do Napster, doou US$ 100 mil (cerca de R$ 167 mil) para apoiar a campanha pela legalização da maconha em um plebiscito sobre o tema na Califórnia.

Outro co-fundador do Facebook, Dustin Moskovitz, também fez doações à campanha, em um total de US$ 70 mil (cerca de R$ 117 mil).

Os dois já não trabalham mais com o Facebook. As doações de Parker e Moskovitz foram reveladas pela prestação de contas oficial da campanha.

Os californianos deverão votar no próximo mês em um plebiscito sobre a chamada Proposição 19, que pede a legalização da posse e da venda de maconha.

"Não comentamos o que um empregado do Facebook - no passado ou no presente - faz com seu próprio talão de cheques", afirmou um porta-voz do Facebook, Andrew Noyes, ao site americano The Huffington Post.

Bloqueio
O Huffington Post observa que as doações de Parker e Moskovitz ocorreram apesar de o próprio Facebook ter bloqueado propagandas do grupo Just Say Now, que defende a aprovação da Proposição 19.

Segundo o porta-voz do site de relacionamentos, as propagandas do grupo pró-maconha violam suas regras por mostrar uma folha da planta.

"Nossas políticas para propaganda proíbem a promoção de conteúdo ilegal, e quando descobrimos isso, tomamos as ações necessárias", disse Noyes.

Parker, que fundou o Napster em 1999, aos 19 anos, se juntou à equipe fundadora do Facebook em 2004 e se tornou seu primeiro presidente, ajudando a atrair a primeira leva de grandes financiamentos ao projeto.

Dustin Moskovitz, por sua vez, apesar de ainda ter 6% das ações do Facebook, não participa mais da tomada de decisões na empresa.