domingo, 6 de janeiro de 2013

Snoop Dogg diz que gostaria de ensinar os filhos a fumarem maconha do 'jeito certo

Fonte: O Povo

O cantorSnoop Dogg, famoso defensor da legalização da maconha, disse em entrevista à revista americana "GQ", que adoraria ensinar seus três filhos a fumar a erva.

"Eu não obrigaria meus filhos a fumarem maconha, mas, se eles quisessem, eu adoraria mostrar como fazer, o jeito certo, para que eles não peguem erva ruim, ou tenham overdose, ou usem alguma coisa que não é limpa", disse Snoop Dogg.

Depois que se tornou um pai de família, snoop também tornou sua letras menos violentas. "Quando você se torna um homem, você começa a ter filhos e viver. Você esquece as armas e sua música se torna 'ei, eu estou com meu filho e estou vivendo agora'", contou.

O cantor trocou o hip hop pelo reggae e atualmente quer ser conhecido como Snoop Lion, nome que adotou em 2012.

Ex-deputado faz campanha contra legalização da maconha nos EUA

Fonte: Terra

O congressita aposentado Patrick Kennedy, do Estado de Rhode Island, está combatendo o que considera ser um apoio instintivo de seus colegas liberais à legalização da maconha, em uma campanha que tem um significado especial pelo fato de ele ter sido viciado confesso em Oxycontin (opiáceo analgésico).

Kennedy, de 45 anos, democrata e filho mais novo do "Leão do Senado", o falecido Edward M. Kennedy, do Estado de Massachusetts, está liderando um grupo chamado Projeto SAM (Abordagens Inteligentes para a Maconha).

Eles se opõem à legalização e procuram situar-se acima da guerra cultural nos Estados Unidos contra a maconha, marcada por imagens de cabeludos hippies enfrentando a lei e a ordem conservadoras. As propostas do Projeto incluem o aumento do financiamento para os tribunais de saúde mental e tratamento da dependência de drogas, de modo que as pessoas detidas por usar maconha possam evitar a prisão, obter ajuda e, potencialmente, limpar seu nome na Justiça.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Alemanha pode permitir que doentes graves plantem maconha

Fonte: Terra

Há 20 anos Michael F. sofre de esclerose múltipla, tem convulsões e dificuldade de falar. O consumo de maconha proporciona alívio ao pedreiro ladrilhador da cidade de Mannheim. Embora o efeito medicinal da erva seja notório, é difícil para pacientes como ele conseguirem uma terapia com cânabis que seja legal e financeiramente acessível.

É o próprio Michael F. quem planta a maconha para a sua terapia, no banheiro de sua casa. Ele se sente compelido a tal pela atual legislação. A obtenção da chamada cânabis medicinal através de uma farmácia também seria possível. No entanto, ela está sujeita a condições rigorosas, e em geral os custos não são cobertos pelo seguro de saúde ou outras instâncias. O chamado autocultivo é o que resta a pacientes com pouco dinheiro.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Rigor maior contra drogas: projeto de lei prevê penas mais duras

Fonte: O Globo

Propostas estipulam aumento da pena mínima e internação compulsória; especialistas criticam

RIO — O Congresso deve votar em fevereiro um polêmico projeto de lei que aumenta a pena mínima para quem for pego com drogas, além de estabelecer internação compulsória para desintoxicação e o credenciamento de comunidades terapêuticas junto ao Ministério da Saúde. Críticos enxergam nas mudanças o risco de punir desproporcionalmente usuários e pequenos traficantes que vendem para sustentar o próprio vício, mas o autor da proposta, deputado Osmar Terra (PMDB-RS), argumenta que endurecer a lei é o que a “sociedade brasileira, que vive o drama das drogas, deseja”.

O projeto, que tem grandes chances de ser aprovado em regime de urgência no plenário, já passou, por unanimidade, pela Comissão Especial do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Cientistas estudam substância presente na maconha para tratamento de esquizofrenia

Fonte: EBC

São Paulo – Um grupo de cientistas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto investiga o uso de canabidiol contra a esquizofrenia. Essa doença, que distancia o paciente da realidade, tem as causas desconhecidas pelos cientistas, o que a torna, na visão da maioria dos médicos, uma patologia de difícil tratamento. Canabidiol é considerada um canabinóide, ou seja, faz parte dos 80 componentes presentes na planta Cannabis sativa (maconha). No entanto, diferente do canabinóide Delta 9 – Tetrahidrocanabinol (THC), que é o responsável pelos efeitos típicos da planta – alucinógenos e estimulantes – o canabidiol não produz essas sensações.

De acordo com Antonio Waldo Zuardi, professor titular de psiquiatria da Faculdade de Medicina de Ribeirão da Universidade de São Paulo (USP), o canabidiol foi usado em diversos estudos com animais e humanos, os quais sugeriram que a substância pode atenuar sintomas psicóticos.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Julita Lemgruber: 'O problema é o abuso da droga'

Fonte: O Dia

Rio -  Julita Lemgruber não foge à polêmica. Coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Cândido Mendes e ex-diretora do Departamento do Sistema Penitenciário do Rio, a socióloga apoia a descriminalização das drogas como a única forma de melhorar o caótico sistema prisional do país. Ela afirma que a imensa maioria dos presos por tráfico é de pessoas sem a menor importância na cadeia do negócio. Ao chegarem aos presídios, elas se ‘diplomam’ no crime organizado. Julita defende a revisão da Lei 11.343 e garante que hoje, no Brasil, apenas negros e pobres são presos por tráfico. “Quem tem dinheiro escapa como usuário.”

O DIA: A senhora é favorável à legalização das drogas. Por quê?

JULITA: Acho que as drogas foram usadas sempre por diferentes sociedades, em diferentes momentos da humanidade, seja ritualisticamente, seja recreacionalmente. É uma ilusão acreditar ser possível um mundo sem drogas. Esta é uma questão de saúde pública, o uso e o comércio de drogas não podem ser tratados como temas da Justiça criminal. É melhor tratar isso de forma a causar menos danos à sociedade. O problema não é o uso, é o abuso da droga. Muita gente consome droga socialmente sem problema. O problema é quando se torna um consumo compulsivo e abusivo. O álcool também é droga, mas a gente aceita naturalmente. Semana passada uma pesquisa mostrou que o álcool é o grande vilão da saúde pública do Brasil, nas emergências, nos acidentes de trânsito, mas este não é um tema de polícia. Hoje o governo encara de frente o consumo do tabaco, há campanhas de prevenção, de esclarecimento, sobre o uso do cigarro. Nos últimos 20 anos caiu o consumo, mas por pressão social. Quem tem coragem para puxar um cigarro dentro do restaurante? Por que não podemos fazer o mesmo em relação às drogas? Precisamos reduzir os danos e prevenir o uso abusivo.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Rihanna posta foto de bumbum tatuado com folha de maconha

Fonte: Pop

Já virou rotina para Rihanna postar em suas redes sociais fotos sensuais ou de suas várias tatuagens. Na última quarta-feira, foi a vez de uma imagem de um bumbum com uma folha de maconha tatuada.

Apesar do corpão estar de acordo com a boa forma que a cantora exibe, as outras tatuagens que formam "o conjunto" não são as mesmas que a musa de Barbados tem pelo corpo. Isso leva a crer que não seria ela na foto.

Recentemente, rumores divulgados pelo blog Perez Hilton indicam que a artista gravou a palavra Breezy, apelido de Chris Brown. A tatuagem foi feita antes dos dois romperem o namoro.