quinta-feira, 28 de junho de 2012

Snoop Dogg é detido com maconha em aeroporto da Noruega, diz site

Fonte: Globo.com

O episódio aconteceu nesta quinta, 28.

Snoop Dogg foi detido na manhã desta quinta-feira, 28, no aeroporto Kjevic, na Noruega, por estar de posse de maconha. A informação foi publicada pelo site TMZ.

Segundo a polícia local, o rapper estava com 8 g da droga. Como a quantidade era menor de 15 g, Snoop Dogg só teve de pagar uma multa de US$ 1.980

O racismo motivou a ilegalidade da maconha

Fonte: Blog do Nassif

Por Cristiano Medri

Comentário no post "Governo do Uruguai iniciará cultivo de maconha"

Boa tarde, Nassif, texto de minha autoria, publicado no jornal Folha de Londrina.

A maconha tem sido utilizada medicinalmente e recreativamente por toda a história da humanidade, desde a China antiga até a nobreza inglesa do século 19. Sua proibição é recente e data de menos de cem anos, e, de modo algum, foi baseada em critérios científicos e de saúde pública, tendo sido baseada em preceitos morais, econômicos e racistas, já que, como era uma planta consumida por negros e mexicanos nos EUA, ficava mais fácil segregar estas pessoas através da criminalização de um hábito destes grupos.

Atualmente, importantes autoridades do meio político e científico advogam a favor da regulamentação do consumo. Dentre eles, temos brilhantes neurocientistas brasileiros, como Sidarta Ribeiro, Renato Malcher, Stevens Rehen e João Menezes. Estes pesquisadores afirmam que a maconha é uma droga muito mais segura e menos viciante do que o álcool e o tabaco, que a teoria da “porta de entrada” não passa de um mito que, absolutamente, não corresponde à realidade da maioria esmagadora dos usuários, que a ideia de que a maconha “mata neurônios”, simplesmente, é falsa, e que a utilização de maconha não danifica o cérebro e não causa alterações cognitivas permanentes.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Maconha transforma gêmeas nazistas dos EUA em hippies

Fonte: Folha de São Paulo

Aos 20 anos, as gêmeas Lamb e Lynx Gaede deram uma guinada em suas vidas.

Na adolescência, as irmãs ficaram famosas por defender o nazismo e até lançaram um disco sob a alcunha Prussian Blue, o nome do gás que matou milhares de judeus nos campos de concentração.

Mas agora, segundo o jornal britânico "Daily Mail", as californianas estão em outra.

Lynx foi diagnosticada com câncer quando estava no ensino médio. Ela tinha um tumor no ombro. Durante o tratamento, Lynx sofreu ainda de uma síndrome que a fazia vomitar.

Há dois anos ela começou a fumar maconha para aliviar os sintomas.

Chicago descriminaliza pequenas quantidades de maconha

Fonte: Reuters

CHICAGO, 27 Jun (Reuters) - A Câmara dos Vereadores de Chicago aprovou na quarta-feira, por 43 votos a 3, a descriminalização da posse de pequenas quantidades de maconha, seguindo a tendência de outras cidades norte-americanas.

O prefeito Rahm Emanuel apoiou a medida, pela qual policiais devem impor uma advertência por escrito e uma multa, de entre 250 dólares e 500 dólares, para quem portar até 15 gramas da droga, em vez de prender o infrator.

Partidários da medida dizem que ela vai contribuir com a arrecadação municipal e liberará recursos financeiros e policiais para o combate a crimes mais sérios.

ONU alerta Uruguai que legalizar maconha violaria sua convenção

Fonte: Terra

A ONU alertou nesta quarta-feira o Uruguai que a legalização da maconha proposta pelo presidente José Mujica significaria uma "violação" da Convenção das Nações Unidas sobre Drogas.

"Se for aprovada, violará a Convenção Única, da qual o Uruguai faz parte", disse o diretor do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Criminalidade (UNODC, em inglês), Yuri Fedotov, em Nova York.

Fedotov acrescentou que não tinha visto uma confirmação oficial do anúncio do governo uruguaio, apenas informações da imprensa a respeito.

Austrália e N. Zelândia são maiores consumidores de maconha do mundo

Fonte: Terra

Os australianos e os neozelandeses são os maiores consumidores de maconha per capita no mundo, segundo um relatório do Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Delito (UNODC, na sigla em inglês) divulgado nesta quarta-feira pela imprensa local.

Essa pesquisa, que se baseia em dados de 2010, revelou que entre 9,1% e 14,6% da população da Oceania consome maconha, enquanto a média em todo o mundo fica entre 2,6% e 5%.

A procura por cannabis é a maior do mercado ilícito de drogas na Austrália, embora os números também indiquem um aumento do consumo de cocaína e de fármacos para usos não médicos. Por outro lado, houve uma queda no uso de anfetamina e ecstasy.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Luta contra drogas gerou pandemia de Aids, aponta relatório global

Fonte: Terra

Os governos de todo o mundo fracassaram em suas campanhas de luta contra a droga e suas ações neste sentido provocaram uma verdadeira pandemia de Aids entre os usuários de drogas, aponta um relatório publicado nesta terça-feira.

O estudo, intitulado "A guerra contra a droga e o HIV/Aids: como a criminalização do uso de drogas alimenta a pandemia global" foi elaborado pela Comissão Global de Política sobre Drogas, que, entre seus signatários, figuram seis ex-presidentes, incluindo o brasileiro Fernando Henrique Cardoso.

A publicação deste relatório antecede a Conferência Mundial sobre a Aids, que reunirá uma série de especialistas, voluntários e autoridades em Washington entre os dias 22 e 27 de julho.