sábado, 18 de setembro de 2010

Legalise cannabis sales to cut crime and save the NHS millions, says expert

do Daily Mail

Legalising cannabis and selling it alongside cigarettes and alcohol would cut crime and costs to the NHS, Britain's leading expert on the drug has said.

Professor Roger Pertwee said that a system that legalises cannabis with very strict regulations 'could be the way forward'.

The Aberdeen University professor, who has dedicated the last four decades to researching the drug, said that the current prohibition clearly isn't working and feasible alternatives include producing branded products that undergo strict safety tests.

Professor Roger Pertwee says making cannabis as available as alcohol would prevent drug-related crime, and reduce the chances of people being introduced to harder narcotics

Made under licence, they would be free of contaminants and sold in shops, removing the risk of users also being sold harder drugs.

Those who wanted to use the drug could apply for a licence.

Professor Pertwee told the British Science Festival in Birmingham: 'We have to have a car licence, we used to have a dog licence, so why not have a cannabis licence so you can only take it if it is medically safe to do so?

'That would exclude some people who are have a risk of becoming schizophrenic.'

The drug's links to schizophrenia mean that licences should be restricted those age 21 and over, said the professor, who has advised the Government and the British Medical Association on the drug.

Calling for a public debate on the scenario, he said: 'We are allowed to take alcohol and smoke cigarettes and cannabis if it is handled properly is probably not going to be any more dangerous than that.

'I think that this could be the way forward but it might not work because it depends on a company coming forward and producing branded products.

'If you came up with a company that wanted to do that it would have to go through the same licensing process as a medicine and show it was safe.

'If it went through all these steps, I would be in favour of it.'

But drug campaigners described the scheme as 'foolish'.

Mary Brett, of Europe Against Drugs, said it was impossible to predict who would react badly to the drug.

Questioning the practicalities of policing such a scheme, she said: 'We have been terrible at keeping alcohol away from kids.  Why would we want to add to our misery?'

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Sorvete de maconha é nova alternativa medicinal nos EUA

do Terra

O sorvete de maconha tornou-se uma nova alternativa para pacientes que estão relutantes em fumar a erva mesmo com prescrição médica. Porém, a iguaria é vendida apenas com receita.

Um novo ambulatório da localidade de Soquel (no condado de Santa Cruz, na California) oferece aos seus clientes sorvete com sabor de maconha como uma alternativa para a erva, disse nesta sexta-feira a mídia local.

O estabelecimento que desenvolveu o produto, chamado Crème De Cana, oferece vários sabores, como Banannabis Foster, Straw-Mari Cheesecake e Triple Chocolate Brownie, disse Jonathan Klodinski, o proprietário da loja, ao canal NBC.

"Todas as pessoas que provaram gostaram muito. Muitas pessoas voltam para repetir e tomar sorvete pela terceira ou quarta vez", afirmou Klodinski.

Klodisnki também disse que seu principal objetivo é ajudar os pacientes e que deseja evitar polêmica. "Etiquetamos explicitamente nossos produtos com uma folha de maconha, que diz que eles devem ficar longe do alcance de crianças." O proprietário do Crème de Cana também explicou que eles têm sido muito cuidado em tratar desse assunto.

O caso já começa a criar polêmica, pois aluns questionam se sorvetes com esse sabor não poderiam estimular o vício.

Fabricante de creme à base de maconha pode responder por tráfico



O hidratante à base de maconha que vinha sendo vendido em uma loja de Ipanema no Rio de Janeiro continha vestígios de THC, o princípio ativo da droga. Foi o que constatou a perícia do Instituto de Criminalística Carlos Éboli, da Polícia Civil, no produto Body Butter Hemp. Nessa quinta-feira, policiais da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Saúde Pública fizeram operação na loja Empório Body Store, onde era vendido, na Rua Visconde de Pirajá, mas o cosmético já tinha sido retirado das prateleiras.
Segundo o delegado Fábio Cardoso, o fabricante vai responder por crime contra a saúde pública, por comercializar produto sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e por tráfico de drogas. "Agora vamos chamar os fabricantes para serem ouvidos", disse o delegado.
O depoimento poderá ocorrer por carta precatória já que a empresa é do Rio Grande do Sul. A pena por tráfico de drogas é de 5 a 15 anos de prisão e, por risco à saúde pública, de 10 a 15 anos. O laudo não especificou a concentração de THC, mas qualquer quantia é crime no Brasil.
Nessa quinta-feira, em nota, a empresa comunicou que não havia recebido nenhum laudo sobre o produto Body Butter Hemp ou comunicação oficial que comprove que o produto seja ilegal. "A matéria-prima é importada e comprada pela empresa Customer Service/Cosmotec, que alega que seus produtos são testados pelos órgãos competentes antes de serem distribuídos no País", diz o texto. Mas não comentou a ação da polícia.
O fabricante alega que há uma "quantidade ínfima do ativo entorpecente", segundo análise técnica feita pelo laboratório Biochemica.

Bob Marley chega ao Rock Band


Se você gosta de Reggae, Bob Marley e Rock Band, vai gostar da Novidade que vai chegar no dia 22 de Setembro.

O Álbum “legend”, da Lenda Bob Marley, vai chegar ao Rock Band. O custo do albúm será de 14.99 Euros e na Live da Microsoft sairá por 1600 pontos. Você também terá a opção de comprar cada música individualmente.

Fiquem com o Listão das Músicas:
* Is This Love
* No Woman, No Cry
* Could You Be Loved
* Three Little Birds
* Buffalo Soldier
* Get Up, Stand Up
* Stir It Up
* One Love/People Get Ready
* I Shot the Sheriff
* Waiting in Vain
* Redemption Song
* Satisfy My Soul
* Exodus
* Jamming

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Muitas mortes seriam evitáveis no mundo se não existisse o fumo

do Primeira Página

Segundo Andreza Domingos da Silva, responsável pela Área Técnica de Vigilância do Tabagismo, da Semus, a fumaça dos derivados do tabaco apresenta mais de 4.700 substancias tóxicas ao organismo, dentre as principais estão o alcatrão, o monóxido de carbono e a nicotina responsável pela dependência que se estabelece nos fumantes.

“O tabaco tem relação causal com 90% de câncer de pulmão, 80% das doenças pulmonares obstrutivas crônicas (enfisema), 45% em doenças cardiovasculares, 30% de infarto e 30% de todos os tipos de câncer”, explica Andreza acrescentando que para a Organização Mundial de Saúde (OMS) o fumo é uma das principais causas de morte evitável no mundo. Quase cinco milhões pessoas (10 mil/dia) morrem todos os anos, no mundo, por causa de doenças relacionadas ao tabaco. E a previsão é de que esse número aumente para 10 milhões por volta de 2030.

Fumantes passivos
A pesquisa do Ministério da Saúde (MS) revelou um dado inédito: a estimativa de fumantes passivos (aqueles que não fumam, mas, absorvem a fumaça tóxica). No Brasil, 13,3% dos brasileiros estão incluídos na faixa dos passivos. Em Palmas, 15,6% de fumantes passivos estão dentro do ambiente de trabalho e 10,7%, desses prejudicados, estão em ambiente domiciliar.

“Cerca de sete não-fumantes morrem por dia, no Brasil, em decorrência da inalação da fumaça do cigarro. 24% das crianças são, de alguma forma, fumantes passivas e estão sujeitas aos efeitos nocivos do tabaco”, informou Bonilha, arrematando que o apoio da família é essencial para vencer essa guerra.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Família de Bob Marley perde processo por direitos sobre discos

da Globo.com

28_MHG_Bob_Marley NOVA YORK - A família de Bob Marley perdeu uma ação judicial na qual pedia os direitos autorais sobre várias das gravações mais famosas do cantor jamaicano de reggae.

A juíza distrital dos EUA Denise Cote, de Manhattan, determinou que a gravadora UMG Recordings, do Universal Music Group, é a proprietária por direito dos direitos autorais de cinco álbuns gravados por Marley para a Island Records entre 1973 e 1977.

Os álbuns "Catch a Fire", "Burnin", "Natty Dread", "Rastaman Vibrations" e "Exodus" foram gravados com a banda de Bob Marley, The Wailers. Eles incluem algumas das canções mais famosas de Marley, entre elas "Get Up, Stand Up", "I Shot the Sheriff", "No Woman, No Cry" e "One Love".

Bob Marley morreu de câncer em 1981, aos 36 anos de idade.

A decisão tomada pela juíza na noite de sexta-feira é uma derrota para a viúva de Marley, Rita, e seus nove filhos, que procuravam recuperar milhões de dólares de indenização pela tentativa de UMG de "explorar" o que eles descreveram como "as gravações essenciais de Bob Marley."

Os advogados da família, L. Peter Parcher e Peter Shukat, não responderam a telefonemas pedindo declarações. O porta-voz da UMG, Peter LoFrumento, disse que a empresa está satisfeita com a decisão da juíza.

A família de Marley acusou a UMG de intencionalmente deixar de pagar royalties a sua empresa, a Fifty-Six Hope Road Music Ltd, e ignorar um acordo de 1995 que lhes concedia direitos sob os acordos de gravação originais.

Ela também acusou a UMG de não consultá-la sobre decisões importantes de licenciamento, como o uso de músicas de Marley como ringtones de celulares da AT&T, Sprint e T-Mobile.

Mas a juíza concluiu que as gravações de Marley foram "trabalhos feitos para aluguel", conforme os termos da lei de direitos autorais dos EUA, o que dá direito à UMG de ser designada dona das gravações, tanto nos termos dos direitos autorais iniciais de 28 anos quanto das renovações.

Segundo ela, a Island tinha o direito contratual de aceitar ou rejeitar o que Bob Marley produzia.

Ela também rejeitou o pedido da família Marley de confirmar seus direitos sobre downloads digitais, citando ambiguidades no acordo de 1992 sobre royalties.

Ela instruiu as duas partes a iniciar negociações supervisionadas pelo tribunal com vistas a um acordo e programou um encontro entre as duas partes para 29 de outubro.

George Michael condenado a oito semanas de prisão por condução sob efeito de droga

do SIC

98eb8b0e804644aeb8698bbb37215d79 O cantor de 47 anos reconheceu em tribunal em Agosto as acusações de posse de cannabis e de ter conduzido após o seu consumo.

George Michael foi detido no início de Julho depois de ter perdido o controlo do carro que conduzia, destruindo a fachada de uma loja em Hampstead, onde habita.

Nos últimos anos o cantor já foi várias vezes detido, sempre por condução sob efeito de substâncias ilícitas ou medicamentos. Em 2007, a licença de condução foi suspensa durante dois anos.