do UNO DC
Embora as drogas sejam uma das principais fontes de renda do crime organizado, a descriminalização da maconha não deve enfraquecer facções criminosas como o PCC (Primeiro Comando da Capital), de São Paulo, e o Comando Vermelho, do Rio de Janeiro. É o que diz Bo Mathiasen, representante dinamarquês da UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes), da ONU (Organização das Nações Unidas)
O que ainda muito vigora na mente da população brasileira é a questão da liberalização de uma das drogas com alto índice de consumo, a Maconha. Muitos políticos importantes no Brasil apóiam a liberalização, pois, de certa forma, entendem que deveria ser algo de direito da população, e que só assim deixaria de ser um crime. Um argumento óbvio. Um deles foi um de nossos ex-presidentes da república Fernando Henrique Cardoso e o ex- ministro do meio ambiente Carlos Minc. Já outros argumentam sobre os riscos causados ao dependente, que além de adquirir uma deteriorização do corpo, acaba por comprometer aos que estão a sua volta, por ser mais um que participa e financia as organizações criminosas que atuam com este tipo de mercado.