segunda-feira, 26 de julho de 2010

Casal é preso com 13 pés de maconha

do IPC Digital

A delegacia de Iwata e a promotoria de Shizuoka (Divisão de Hamamatsu) entraram com processo contra um casal de brasileiros sob suspeita de violar a lei de porte de maconha. O homem que é funcionário de uma fábrica, tem 37 anos de idade, e a sua mulher, 47 anos de idade.

De acordo com a polícia, os dois teriam cultivado 13 pés de maconha na própria casa desde novembro de 2009 e, em fevereiro deste ano, teriam transferido-os para as redondezas da praia de Fukuda, em Iwata.

No dia 30 de maio, quando eles estavam regando as plantas, foram visto por um morador da região que fez a denúncia. A polícia prendeu-os no mesmo dia.

Segundo o site do jornal Shizuoka, o casal teria alegado que o cultivo era para uso próprio.

domingo, 25 de julho de 2010

Especialistas em aids pedem fim do combate policial às drogas

da Veja.com

Alguns dos principais especialistas em aids do mundo emitiram um manifesto radical esta semana na 18ª Conferência Internacional sobre Aids, em Viena: declararam que o combate às drogas é um fracasso há 50 anos e defenderam seu abandono. Ninguém os ouviu.

Oficialmente, o assunto da reunião sobre aids, o maior encontro de saúde pública do mundo, é a necessidade de atacar a epidemia que cresce a passos largos entre viciados na Europa oriental, Rússia e Ásia. No entanto, os esforços dos organizadores em buscar publicidade para a Declaração de Viena, a favor de evitar a prisão de usuários de drogas e oferecer agulhas descartáveis, metadona e tratamento em caso de doença não chegou a lugar nenhum. Quase ninguém fala sobre o combate às drogas.

Mas todos se preocupam com o combate à aids, que está desmoronando. Os recursos de doadores se evaporaram com a recessão e, ao que parece, é possível que só um terço dos 33 milhões de infectados no mundo terá alguma esperança de tratamento.

Maconha, o dom de iludir

da Folha, link do Psicoblog

Semanas atrás, a Folha noticiou a proposta de criar-se uma agência especial para pesquisar os supostos efeitos medicinais da maconha, patrocinada pela Secretaria Nacional Antidrogas do governo federal.

Esse debate nos dias atuais, tal qual ocorreu com o tabaco na década de 60, ilude sobretudo os adolescentes e aqueles que não seguem as evidências científicas sobre danos causados pela maconha no indivíduo e na sociedade.

Na revisão científica feita por Robim Room e colaboradores (“Cannabis Policy”, Oxford University, 2010), fica claro que a maconha produz dependência, bronquite crônica, insuficiência respiratória, aumento do risco de doenças cardiovasculares, câncer no sistema respiratório, diminuição da memória, ansiedade e depressão, episódios psicóticos e, por fim, um comprometimento do rendimento acadêmico ou profissional.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Dilma diz que Brasil não tem condições de descriminalizar drogas

do Terra

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta quarta-feira (21), em entrevista à TV Brasil, que o País "não tem condições" de descriminalizar as drogas.

"Acho que não podemos falar em processo de descriminalização de droga nenhuma, enquanto tivermos o seguinte quadro no Brasil: o consumo de crack se associa ao de outras drogas. O Brasil não tem condições, hoje, diante dessa questão gravíssima que é o crack, de propor a descriminalização das drogas", disse.

Questionada sobre os principais temas relacionados à mulher no Brasil, Dilma incluiu o combate ao crack, no âmbito da proteção às crianças e aos jovens, como um tema que interessa as mulheres.

Plantador de maconha encerra greve de fome

do Swiss Info

O produtor de maconha Bernard Rappaz, do cantão do Valais (sudoeste da Suíça), encerrou uma greve de fome de mais de 50 dias, depois que as autoridades estaduais transformaram provisoriamente sua pena em prisão domiciliar.

A medida está sujeita a condições muito restritivas e só vale até o Supremo Tribunal Federal julgar um recurso de Rappaz contra uma decisão do tribunal estadual, que rejeitou um pedido de interrupção da pena.

Rappaz aceitou essas condições e, em seguida, interrompeu sua greve de fome, informa um comunicado da Secretaria de Segurança Pública do Valais, nesta quarta-feira (21/7).

Ele foi condenado a cinco anos e oito meses de prisão em 2006 por graves violações à lei de entorpecentes, lavagem de dinheiro, agressão simples e graves transgressões às leis do trânsito.

Rappaz foi acusado de ter vendido cinco toneladas de haxixe por 4,2 milhões de francos de receita e obtido 2 milhões de francos de lucro. Em 2001, a polícia confiscou em sua propriedade 50 toneladas de maconha avaliadas em 35 milhões de francos.

Velhinha leva susto ao encontrar maconha na caixa do correio

do R7

Era um dia comum para uma senhora de Blackman Township, em Michigan, nos Estados Unidos. Mas, uma correspondência entregue por engano fez a mulher chamar a polícia. Ela encontrou cerca de um quilo em sua caixa de correio. 

A polícia, após ser chamada, não sabe a quem pertence a droga encontrada, uma vez que o endereço do remetente estava errado. 

Segundo os oficiais, ou a droga foi enviada por engano, ou alguém planejava roubá-la da caixa de correspondências da senhora. O pacote, será destruído.

Risco de AVC aumenta até duas horas após o consumo de álcool

do RCM Pharma

Ao entrevistarem 390 vítimas de acidente vascular cerebral (AVC) isquémico três dias após o episódio clínico, os investigadores, liderados por Elizabeth Mostofsky, do Centro Médico Beth Israel Deaconess, em Boston, EUA, verificaram que o consumo de álcool parecia ter um impacto imediato sobre o risco de sofrer um AVC. Do total dos doentes, 14 tinham bebido pequenas quantidades de álcool menos de uma hora antes de sofrerem o AVC, avança o site Saúde na Internet.

Os resultados também indicaram que quando se consome bebidas alcoólicas − seja vinho, cerveja ou licor, os riscos de sofrer um AVC são 2,3 vezes maiores na primeira hora, 1,6 vezes maiores na segunda hora e 30% menores após 24 horas do que os apresentados por indivíduos que não bebem.

Este padrão manteve-se igual independentemente do tipo de álcool consumido e de os pacientes terem ou não realizado exercício antes de sofrerem o AVC. O padrão também não se alterou quando os investigadores excluíram o consumo de mais de duas bebidas alcoólicas.

Estes dados podem estar relacionados com os efeitos imediatos do consumo de álcool, que conduz a um aumento da pressão arterial e da agregação plaquetária, aumentando o risco de coagulação, sugerem os cientistas, em comunicado enviado à imprensa.

Apesar de o consumo de álcool a curto prazo estar relacionado com o risco de AVC, os investigadores notaram que, a longo prazo, a ingestão moderada de álcool poderá, na realidade, reduzir o risco de enfarte do miocárdio e de AVC. Isto deve-se ao facto de o consumo moderado e constante de álcool ajudar a uma maior flexibilidade dos vasos sanguíneos.