segunda-feira, 21 de junho de 2010

À venda o primeiro medicamento de cannabis

do IOL Diário

Um medicamento à base de cannabis começou esta segunda-feira a ser vendido no Reino Unido. O fármaco, desenvolvido pela farmacêutica GW, chama-se Sativex, e será usado em tratamento de doentes com esclerose múltipla, avança a agência «Reuters».

Depois de 11 anos de testes laboratoriais, o medicamento chega agora às farmácias, onde será vendido apenas com receita médica e a um preço de cerca de 13 euros.

É comercializado como analgésico em substituição dos cigarros de cannabis, cuja venda estava já autorizada no Reino Unido para os casos mais graves da doença.

Nos EUA o Sativex está a ser testado para atenuar a dor em doentes com cancro em estado terminal e os médicos americanos estimam que possa vir a ser aprovado em breve.

Começa hoje a semana sobre Álcool e outras Drogas

do H News

O Conselho Municipal de Políticas Públicas sobre Álcool e Drogas (Comad) faz hoje (21), às 19h30, na Câmara Municipal de Londrina, localizada na rua governador Parigot de Souza, 145, a abertura oficial da Semana Sobre Álcool e Outras Drogas, com o tema: “A gente conversa, a gente se ajuda”. As atividades são organizadas pela Prefeitura de Londrina, por meio de diversas secretarias, Fundação Tamarozzi, instituições de ensino superior, entidades ligadas a tratamentos, entre outros órgãos.

A presidente do Comad, Vera Lúcia Feliciano Lopes, explicou que as atividades informativas já começaram no sábado (19), no calçadão. “Nós orientamos as pessoas sobre os locais que ajudam a combater o vício, as atividades desenvolvidas por essas entidades e como podemos colaborar um com os outros na luta contra o álcool e outras drogas”, destacou.

Vera Lúcia enalteceu ainda que a finalidade dessas ações é tentar viabilizar o atendimento da crescente demanda de pessoas com algum vício, informar os tratamentos existentes contra as drogas e os locais da cidade que oferecem estes serviços, além de fomentar uma política de erradicação do preconceito existente na abordagem do tema.

Confira abaixo a programação de toda da Semana Sobre Álcool:

Pesquisa aponta que 18,9% dos brasileiros exageram na bebida

do Terra

A proporção de pessoas que declaram consumo abusivo de álcool cresceu de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009. Os dados fazem parte da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos.

Segundo o Ministério da Saúde, a pesquisa considera excesso de bebida alcoólica cinco ou mais doses na mesma ocasião em um mês, no caso dos homens, ou quatro ou mais doses, no caso das mulheres. O levantamento mostra que as situações de consumo excessivo são mais frequentes na população masculina. No ano passado, 28,8% dos homens e 10,4% das mulheres beberam demais.

"Esse nível de consumo de bebida é bastante elevado e preocupante, pois é fator de risco para acidentes de trânsito, violência e doenças. Mas nem sempre isso é lembrado porque o álcool está presente na cultura brasileira, associado ao lazer e à celebração", diz a coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta. Segundo ela, considerando apenas a população masculina, o índice do Brasil (28,8%) é superior ao do Chile (17%), Estados Unidos (15,7%) e Argentina (14%).

De acordo com a Vigitel 2009, o consumo abusivo de bebida alcoólica é mais frequente entre os jovens de 18 a 24 anos (23%). À medida que a idade avança, o número de exageros diminui. De 45 a 54 anos e de 55 a 64 anos, 17% e 10,5% da população relatam que beberam em excesso, respectivamente.

Percentual de fumantes no País cai para 15,5%, diz pesquisa

do Abril.com

A proporção de fumantes no País caiu de 16,2% para 15,5% entre 2006 e 2009, revela a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proporção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel).

O levantamento, divulgado nesta segunda-feira (21), foi realizado pelo Ministério da Saúde em parceria com o Núcleo de Pesquisa e Nutrição em Saúde da Universidade de São Paulo (USP). Foram entrevistados 54 mil adultos.

De acordo com o levantamento, 19% dos homens e 12,5% das mulheres fumam. A maior queda no uso do cigarro no País ocorreu entre as pessoas na faixa de 35 a 44 anos. Em 2006, 19% da população nessa faixa etária era de dependentes do tabaco. Em 2009, a proporção de fumantes baixou para 15,1%.

domingo, 20 de junho de 2010

Crack está solto nas ruas

do Diário do Nordeste

Torna-se inacreditável, considerando-se o curto espaço de tempo, inobstante o seu alto poder, que o crack tenha se espalhado tão rapidamente no País. Depois de inundar as praças e ruas das grandes cidades, penetrando em todos os seus espaços disponíveis, instala-se também nas chamadas áreas de Fortaleza, a exemplo do campo do América, no Meireles, bem próximo a uma delegacia de polícia e ao palácio da abolição. Isso para não se falar na Beira Mar, cartão de visita da capital ou outros lugares importantes como os próprios colégios. Audiências são realizadas na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa, criam-se entidades específicas no combate as drogas, inclusive nos subúrbios das cidades e até mesmo as ONGs de existência tão duvidosa quanto aos resultados do trabalho que desenvolvem, enquanto a polícia dispõe de departamento específico para cuidar da questão sem que, contudo, tenhamos à vista somas práticas de suas ações. E cada vez mais se avoluma a onda avassaladora do crack indiferente à existência desses aparelhos instituídos para combatê-lo. Não é difícil encontrar nas esquinas ou nas localidades menos frequentadas, grupos de menores comercializando e ao mesmo tempo consumindo a droga. Do mesmo modo o quadro se reflete no país inteiro, ganhando as serras, embrenhando-se pelos sertões.

Judiciário enfrenta dificuldades para aplicar penas alternativas para usuários de drogas

da Globo.com

BRASÍLIA - O Judiciário enfrenta dificuldades para aplicar penas alternativas a usuários de drogas, e o atendimento especializado ao dependente esbarra na deficiência dos Juizados Especiais. Essas varas não estão aparelhadas para julgar os viciados e enviá-los a locais para tratamento. Um levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nos Tribunais de Justiça descobriu que apenas alguns juizados do Rio, do Distrito Federal e um foro regional de Santana, em São Paulo, avançaram no atendimento.

Um dos pilares da nova Lei Antidrogas, em vigência desde 2006, as penas alternativas substituíram a prisão para o usuário. Pela nova lei, o juiz determinará ao poder público que ponha à disposição gratuitamente um estabelecimento de saúde, preferencialmente ambulatorial, para o tratamento.

Com o baixíssimo cumprimento da lei, o CNJ editou resolução determinando que os TJs criem, em 120 dias, equipes multiprofissionais para captar redes de atendimento a usuários. Os tribunais terão de treinar juízes a lidar com a nova lei.

Uma pessoa morre a cada dez segundos no mundo por causa de cigarro

do Correio do Povo

Quando o assunto é o vício do cigarro, os números se multiplicam de maneira acelerada e as estatísticas são alarmantes. Basta consultar um especialista para ser intimidado com uma enxurrada de informações. Segundo o oncologista clínico Hugo Nora, os estudos que comprovam os malefícios do tabagismo vão desde as substâncias utilizadas na fabricação até os altos custos gerados pelo tratamento de doenças provocadas pelo