sábado, 17 de abril de 2010

‘Não existe a cura total’

Do Clic RBS

Buenos Aires – O psiquiatra argentino Eduardo Kalina, 71 anos, é radical quando se posiciona em relação ao uso de drogas: cobra dos pais o exemplo aos filhos e defende a abstinência total (incluindo álcool e cigarro) para pacientes que tentam se livrar das drogas. Diretor médico do Brain Center, em Buenos Aires, desde 1994, Kalina está preocupado com a realidade que o crack desenhou na Argentina e no Brasil. Entende que os governos que não lutam contra a epidemia estão permitindo “um suicídio”.

Confira trechos da entrevista que Kalina concedeu à Agência RBS por telefone, de Buenos Aires.

Uma combinação perigosa

Do Clic RBS

Oalerta vale para pais, educadores e os próprios usuários: o cigarro de maconha consumido em Blumenau ganhou uma substância ainda mais perigosa. Polícia Civil e Conselho Municipal de Entorpecentes (Comen) alertam que o baseado agora é composto também por crack. O mesclado, como é conhecida a combinação entre as duas drogas, ganhou as principais capitais do Brasil há pelo menos três anos e fez adeptos no Vale do Itajaí.

Conforme dados do Conselho Municipal de Entorpecentes, há pelo menos 60 usuários de maconha que se tornaram dependentes da pedra após fumar o mesclado.

Segundo o gerente de apoio ao Comen, Mauro Luís de Medeiros, o composto também conhecido como cabralzinho é feito triturando-se a pedra de crack e misturando o pó com a erva da maconha, que é fumada em seguida. O consenso entre especialistas da área é que a mistura é preparada pelos próprios usuários, e não por traficantes. A motivação para o uso do cabralzinho, porém, ainda é cercada de dúvidas. Alguns dizem que a mistura potencializa os efeitos das duas drogas; outros alegam que teria como objetivo amenizar a fissura (compulsão incontrolável pela droga) sentida pelo usuário do crack. Entre as possibilidades, uma certeza é apontada: em pouco tempo o mesclado é substituído unicamente pelo crack.

– A partir do momento em que o usuário da maconha percebe o efeito do crack, ele opta pelo crack somente. A necessidade por essa droga é tão grande que ele passar a usar só a pedra para não haver desperdício – explica o psiquiatra Juliano Fonseca Tonello, especialista em dependência química.

rafael.waltrick@santa.com.br

RAFAEL WALTRICK

Willie Nelson admite estar sob efeito de maconha no programa de Larry King

Do Ego

Willie Nelson, artista country, admitiu ter fumado maconha antes de entrar no estúdio da CNN para uma entrevista com Larry King. "Fumei maconha, pode me prender", disse o músico, ao ser indagado se tinha consumido um baseado naquele dia.

Nelson revelou fumar sempre antes de entrar no palco para os show e ter "uma grande tolerância que a maioria não tem". "Você pode fumar (maconha) além da conta, mas acho menos perigoso que cigarros", concluiu.

Carpinteiro: 25 presos, 3 carros apreendidos e 2 mil pés de maconha erradicados

Do JC Online

A Operação Carpinteiro, deflagrada por 225 policiais civis e 150 militares na manhã dessa quinta para combater o tráfico de drogas e armas, resultou na prisão de 25 pessoas, entre elas um ex-policial civil que comandava a articulação criminosa no Interior pernambucano, além da apreensão de drogas, armas de fogo, armas brancas, veículos e dinheiro.

Após seis meses, a Polícia chegou aos suspeitos. O ex-policial José Agrício de Souza, alvo-principal da operação, atuava em Carpina, na Zona da Mata pernambucana, e tinha o apoio a esposa Selma Gomes de Lima, que guardava as drogas e recebia o dinheiro proveniente do tráfico. Também foram presos Solange Estevão de Lima (Sol), que administrava as contas bancárias e o vigilante Daniel Cardoso de Araújo Silva, que comprava e vendia armas, além de outras 11 pessoas.

Force the DEA to reschedule Cannabis.

 Do Change.org

Targeting: The President of the United States, The U.S. Senate and The U.S. House

Started by: Richard Lane

The DEA has cannabis listed as a Schedule 1 drug along side heroin. Meaning it has no medicinal value and is highly addictive. By contrast they say cocaine is a schedule 2 drug meaning the DEA thinks crack cocaine is actually safer and less addictive than cannabis. If they believe this is true the DEA needs to be re-evaluated. There may be serious misuse of power within the DEA. Corruption should at the very least be questioned.

Simpósio Internacional: Por uma Agência Brasileira da Cannabis Medicinal?

Do Biologia na Rede

A Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), através do Departamento de Psicobiologia e do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UNIFESP (PROEX) realizará o "Simpósio Internacional: Por uma Agência Brasileira da Cannabis Medicinal?" que ocorrerá nos dias 17 e 18 de maio de 2010 no Teatro Marcos Lindenberg da UNIFESP - São Paulo.

Este evento tem como objetivo apresentar estudos sobre o uso medicinal da Cannabis sativa L (maconha) e reunir as diversas instituições federais e sociedades científicas vinculadas a este tema para avaliar a necessidade da criação da Agência Brasileira da Cannabis Medicinal. De acordo com artigos da Convenção de Drogas Psicotrópicas da ONU (1971), da qual o Brasil é signatário, é recomendado criar a Agência da Cannabis para regular e controlar o uso da maconha como medicamento ou para fins de pesquisa.

Terão descontos as inscrições feitas até o dia 20 de abril.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 05 de maio.
Maiores informações pelo site:
http://www.cannabismedicinal.org.br/

Criança descobre cannabis na caixa de um jogo

Do Game Over

De acordo com o The Sun, uma criança de quatro anos descobriu um saco de cannabis dentro da caixa de Fight Night Round 4, jogo que o pai tinha alugado na Blockbuster de Littlehampton, no Reino Unido.

"Encontrava-se a jogar o jogo há dez minutos quando chegou com um saco numa das suas mãos e perguntou-me 'Papá, o que é isto?'

"Fiquei horrorizado e tirei-o imediatamente das suas mãos. E se tivesse julgado que se tratavam de doces e tivesse comido o conteúdo? Nem consigo pensar nisso."

Andy, o progenitor, levou o saco de volta à loja e apresentou uma queixa. Os responsáveis da Blockbuster não se mostraram muito preocupados, oferecendo-lhe apenas um aluguer gratuito. Quanto ao saco de cannabis, continua na sua posse.

E tanto que poderia ser dito desta "notícia", começando pelo facto de um pai alugar Fight Night Round 4 para ser usufruído por uma criança de quatro anos...