sábado, 17 de abril de 2010

Force the DEA to reschedule Cannabis.

 Do Change.org

Targeting: The President of the United States, The U.S. Senate and The U.S. House

Started by: Richard Lane

The DEA has cannabis listed as a Schedule 1 drug along side heroin. Meaning it has no medicinal value and is highly addictive. By contrast they say cocaine is a schedule 2 drug meaning the DEA thinks crack cocaine is actually safer and less addictive than cannabis. If they believe this is true the DEA needs to be re-evaluated. There may be serious misuse of power within the DEA. Corruption should at the very least be questioned.

Simpósio Internacional: Por uma Agência Brasileira da Cannabis Medicinal?

Do Biologia na Rede

A Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), através do Departamento de Psicobiologia e do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UNIFESP (PROEX) realizará o "Simpósio Internacional: Por uma Agência Brasileira da Cannabis Medicinal?" que ocorrerá nos dias 17 e 18 de maio de 2010 no Teatro Marcos Lindenberg da UNIFESP - São Paulo.

Este evento tem como objetivo apresentar estudos sobre o uso medicinal da Cannabis sativa L (maconha) e reunir as diversas instituições federais e sociedades científicas vinculadas a este tema para avaliar a necessidade da criação da Agência Brasileira da Cannabis Medicinal. De acordo com artigos da Convenção de Drogas Psicotrópicas da ONU (1971), da qual o Brasil é signatário, é recomendado criar a Agência da Cannabis para regular e controlar o uso da maconha como medicamento ou para fins de pesquisa.

Terão descontos as inscrições feitas até o dia 20 de abril.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 05 de maio.
Maiores informações pelo site:
http://www.cannabismedicinal.org.br/

Criança descobre cannabis na caixa de um jogo

Do Game Over

De acordo com o The Sun, uma criança de quatro anos descobriu um saco de cannabis dentro da caixa de Fight Night Round 4, jogo que o pai tinha alugado na Blockbuster de Littlehampton, no Reino Unido.

"Encontrava-se a jogar o jogo há dez minutos quando chegou com um saco numa das suas mãos e perguntou-me 'Papá, o que é isto?'

"Fiquei horrorizado e tirei-o imediatamente das suas mãos. E se tivesse julgado que se tratavam de doces e tivesse comido o conteúdo? Nem consigo pensar nisso."

Andy, o progenitor, levou o saco de volta à loja e apresentou uma queixa. Os responsáveis da Blockbuster não se mostraram muito preocupados, oferecendo-lhe apenas um aluguer gratuito. Quanto ao saco de cannabis, continua na sua posse.

E tanto que poderia ser dito desta "notícia", começando pelo facto de um pai alugar Fight Night Round 4 para ser usufruído por uma criança de quatro anos...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Pesquisa liga crack a 72,5% dos moradores de rua de Porto Alegre

Do Zero Hora

Drogas pesadas, sexo sem camisinha e assaltos estão incorporados ao dia a dia dos jovens e adolescentes que perambulam pelas ruas das grandes cidades gaúchas. Muito mais até do que se supõe no pior pesadelo.

Pesquisa realizada ao longo de dois anos com 204 jovens que passam a maior parte do tempo nas avenidas de Porto Alegre e 103 nas de Rio Grande mostra que praticamente todos já consumiram bebida alcoólica. Na Capital, 72% provaram crack e 39% fazem uso diário ou quase diário (mais de 20 dias) da droga.

A pesquisa foi coordenada pelo doutor em psicologia Lucas Neiva-Silva, com participação da ONG Centro de Estudos de DST-Aids do Rio Grande do Sul e do Centro de Estudos Psicológicos de Meninos e Meninas em Situação de Rua vinculados à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e à Universidade Federal do Rio Grande (Furg). O estudo tem apoio do Ministério da Saúde.

Internauta pode opinar sobre restrições contra o cigarro

Da Gazeta do Sul

Um canal aberto por meio da internet dá oportunidade para o cidadão comum opinar sobre um assunto que tem causado muita preocupação no Vale do Rio Pardo – as restrições contra o fumo. O tema da enquete deste mês, no site do Senado, é o projeto de lei prevendo a extinção dos fumódromos em todo o Brasil. Não se descarta que o resultado da pesquisa possa ter certa influência na decisão de deputados e senadores.

Crack, repressão e educação, por Fabrício Pozzebon*

Do Zero Hora

É indiscutível o flagelo que o crack traz às pessoas usuárias, às famílias e à sociedade como um todo. A campanha da RBS Crack, Nem Pensar tem exercido importante influência no sentido de conscientizar sobre os malefícios da droga e ao apontar sugestões para o seu enfrentamento. Recentemente, o Comitê de Luta Contra o Crack da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul definiu quatro focos prioritários com tal finalidade: a formação de uma rede integrada de ações contra o crack, o fortalecimento dos agentes com atuação na área e nos conselhos municipais de entorpecentes, a prevenção junto aos jovens e o financiamento público.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, revelou em painel promovido pela RBS o quanto ainda temos de avançar no tocante à identificação das causas do problema, uma vez que a última pesquisa sobre o tema no Brasil foi realizada em 2005 e, agora, está sendo traçado um perfil mais detalhado dos usuários. Mas há algumas notícias alvissareiras no sentido de que o governo está disponibilizando recursos para o combate às drogas e apoio ao usuário, apresentando como objetivos: o aumento em 2,3 mil dos leitos para tratamento no país e a ampliação com mais 30 centros psicossociais para todo o Brasil, sendo cinco para o Rio Grande do Sul, de modo que o Brasil chegue a 1,5 mil centros, cobrindo aproximadamente 65% do considerado ideal.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Restrição ao fumo diminui incidência de doenças cardíacas

Do Jornal Cruzeiro do Sul

Leis que proíbem cigarro em locais públicos diminuem as internações decorrentes de ataques cardíacos. É o que mostra uma revisão de 50 estudos divulgada pela Colaboração Cochrane nesta semana. O trabalho representa a primeira análise sistemática do efeito das legislações antitabagistas aplicadas em 13 países. "Isso deveria encorajar outras nações a fazer o mesmo", afirmou a líder do grupo responsável pela revisão, Cecily Kelleher, da University College Dublin, na Irlanda.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o tabaco seja a segunda maior causa de mortalidade do mundo: 10% dos adultos morrem em decorrência do uso. A Colaboração Cochrane reúne dados de pesquisas para elaborar revisões sistemáticas que gozam de grande prestígio na comunidade médica. "Estudos assim são muito importantes", aponta a consultora da OMS, Stella Bialous. "Política de saúde séria é feita com evidências científicas: esta revisão deixa claro o consenso sobre o tabaco."

Há grande discrepância na metodologia das pesquisas incluídas na revisão, o que prejudicou a unificação das estatísticas e a apresentação de porcentuais que resumissem todas as conclusões. Mas, para os autores, as evidências são claras: as medidas realmente diminuem a exposição ao fumo passivo no ambiente de trabalho e demais espaços públicos. Profissionais que trabalham em bares e restaurantes são os maiores beneficiados.

LEI

Mais de 80% dos profissionais que trabalham em hotéis, restaurantes e bares concordam com Barbosa, segundo pesquisa do Sinthoresp, sindicato que representa a categoria. No Brasil, três Estados proíbem o fumo em locais públicos: São Paulo, Paraná e Rio. No Senado há um Projeto de Lei (PL n.º 315) que estende a proibição a todo o País. A revisão da Fundação Cochrane também comprovou que a aprovação - e a obediência - às medidas restritivas cresce depois da sua implementação, apesar de toda a polêmica que costuma anteceder à medida. (Alexandre Gonçalves - AE)