terça-feira, 9 de março de 2010

Drogas, a nova Realidade

Do Globo.com

Assim como a indústria de bebidas não é sustentada pelo consumo dos alcoólatras, também o narcotráfico independe para os seus resultados astronômicos do uso de drogas pelos dependentes químicos. Em ambos os casos, o que sustenta essas atividades é o hábito cultural permissivo e transgressor de usar as drogas lícitas ou ilícitas como estimulantes, relaxantes ou alucinógenos em situações de estresse ou euforia, tipo festas, shows, comemorações etc.

A solução, pois, seria tratar os doentes e desestimular educativamente o uso pelos consumidores consensuais. A liberação pura e simples iria transformar o Brasil num paraíso mundial para usufruto destes e das gangues internacionais, trazendo a reboque todos os ilícitos associados, como prostituição, tráfico de armas, lavagem de dinheiro, pirataria, e até terrorismo, com o país virando alvo de rejeição internacional como uma espécie de Irã fomentador do crime.

Imaginar que a produção e a comercializaçào das drogas poderiam ser realizadas sob rigoroso controle do Estado é ilusão que só acomete os que não conhecem o nosso país. E mesmo que num passe de mágica nos transformássemos numa Suíça idílica, a atividade clandestina e o contrabando vicejariam com a mesma força e os mesmos agentes do narcotráfico atual.

A droga sempre foi usada pela humanidade como "solução" para as angústias existenciais insuportáveis ou como fonte de pazer. Apelar para a abstenção consciente desse uso é ilusão. Proibir dá no que temos. Qual a solução? Não tem...

Artigo do leitor do Globo Sérgio de Souza Tôrres

Mais de 9% dos idosos de SP abusam do álcool, diz HC

Do Estadão

SÃO PAULO - Mais de 9% dos idosos paulistanos consomem bebida alcoólica em excesso, segundo estudo realizado pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas (HC) de São Paulo, ligado à Secretaria de Estado da Saúde. O levantamento feito com 1.563 pessoas com 60 anos ou mais apontou que 9,1% dessa população abusa do álcool, o equivalente a 88 mil idosos da capital paulista. Mais do que isso, o estudo traçou um perfil dos idosos que sofrem com o problema.

Entre os dados que se destacam na pesquisa está a influência da escolaridade na incidência do alcoolismo na população idosa. Entre os idosos que nunca estudaram está o mais alto índice: 15,9%. O índice vai caindo conforme aumenta o tempo de estudo dos idosos. Na faixa que estudou de um a quatro anos, o índice de alcoolismo é de 10,9%; entre os que estudaram de 5 a 8 anos, é de 7,5%; de 9 a 11 anos de estudo, o índice chega a 4,4%. Já entre os idosos que estudaram por 12 anos ou mais, cai a 2,2%.

A pesquisa também mostrou que o alcoolismo está presente em todas as classes econômicas, mas principalmente entre as camadas mais pobres. A classe A tem 7% de sua população idosa sofrendo com o alcoolismo. Na classe B, são 3,1% dos idosos e na classe C, 8,8%. Na classe D estão 13,6% dos idosos com problema de alcoolismo e a classe E tem 18,3% dos idosos nessa situação.

Grupo Proíbe Fiéis de fumar porque o Corão condena o Suicídio

Do G1

Jacarta, 9 mar (EFE).- A segunda maior organização islâmica da Indonésia, a Myhammadiyah, proibiu hoje que seus cerca de 30 milhões de seguidores parem de fumar, já que o hábito mata lentamente e o Corão condena explicitamente o suicídio.

A decisão, publicada na forma de uma "fatwa" (ordem religiosa), foi aplaudida por organizações como a Comissão de Defesa dos Menores, apesar de a Indonésia ser o terceiro país do mundo em consumo de cigarros (atrás de China e Índia).

A Myhammadiyah disse ainda que o tabagismo prejudica tanto o fumante como os que estão à sua volta.

Até o momento, iniciativas similares, como uma recente "fatwa" contra o tabaco lançada pelo poderoso Conselho de Ulemás da Indonésia, só diziam respeito ao consumo de cigarros entre menores e mulheres grávidas.

A Indonésia, a quarta nação mais povoada do mundo e a que tem a maior comunidade muçulmana do planeta, produziu 240 bilhões de cigarros em 2008.

Americano cria alto-falante feito de maconha

Do R7

O americano John Harrison começou a criar cones para alto-falantes com o objetivo de conseguir um produto que deixe o som cada vez melhor. Suas experiências nessa área começaram em 1974, mas a ideia de criar um cone à base de maconha surgiu há dez anos.

Ele diz que usou a erva porque é durável, renovável e sem imperfeições.

- Nos cones tradicionais, de papel, o som apresenta “buracos” entre as notas. Os de maconha preenchem todos os espaços

Robbie Williams admite que ganhou peso por conta da maconha

Da Revista Quem

Robbie Williams admitiu que teve uma recaída e engordou no ano passado depois de fumar muita maconha. De acordo com o tablóide inglês "The Sun", o ex-Take That contou que passou a consumir muita "junkie food" por conta do uso da droga.

Mesmo com a revelação, ele afirmou que costuma reagir mal a maconha, que muitas vezes lhe causa ataques de pânico e depressão. "Ela não funciona muito bem comigo. Não demora muito tempo para meu coração começar a disparar e eu fico neurótico por uma xícara de chá", contou Robbie Williams, em entrevista para a revista "Radio Times".

Segundo o "Daily Mail", o cantor teria causado polêmica depois de admitir que lamentava que a droga não combinasse com ele, mas que a achava encantadora. Grupos anti-drogas chamaram a atitude de Robbie Williams de "irresponsável". "Ao dizer aos jovens que a maconha é uma droga adorável os jovens podem acreditar que não existem efeitos nocivos. Seus comentários soam como se ele estivesse promovendo o consumo da droga - embora ele saiba que é prejudicial", disse David Gilbert, executivo-chefe da instituição "Dare".

O cantor, que já enfrentou problemas com drogas e álcool, tem duas passagens por clínicas de reabilitação. Segundo Williams, agora ele prefere o sossego de sua casa, em Los Angeles, ao lado da noiva, Ayda Field.

IDT quer estudos sobre mortes com presença de drogas

Do Público

A maior parte dos indicadores estudados desta avaliação, que coube a uma comissão com elementos de vários ministérios com intervenção na área da toxicodependência, dá conta de uma evolução positiva do país em matéria de drogas. Dois exemplos: na população em geral as taxas de continuidade de consumos, de qualquer droga, eram entre os jovens (dos 15 aos 24 anos) de 67,1 por cento em 2001 e de 45,3 por cento em 2007. Também nas prisões o consumo terá descido durante este período - de 47,4 por cento passaram para 35,7 por cento os que continuavam a consumir apesar de estarem presos.

Mas o relatório aponta a morte de toxicodependentes como um dos aspectos que precisam de ser investigados para que a tendência de aumento seja invertida. Os números de 2009 e deste ano ainda não são conhecidos, mas só em Janeiro morreram dez toxicodependentes em Coimbra, mortes que continuam a ser investigadas.

Em 2004, em mortes em que houve suspeitas de consumo ou justificaram a realização de autópsias, por serem mortes violentas (acidentes de viação, corpos na via pública, suspeitas de homicídio), 156 acusaram a presença de substâncias ilícitas, número que subiu para 314 em 2007, constata o documento, que dá assim conta de exames realizados no âmbito do Instituto Nacional de Medicina Legal.

Com Maior Risco de Câncer, Mulheres São Foco do Dia Mundial sem Tabaco

Do EBand

A Campanha Mundial do Dia Sem Tabaco de 2010, da OMS (Organização Mundial da Saúde) terá a mulher como foco, segundo a rádio BandNews FM.

Com o título: “Tabaco e os sexos”, a OMS quer chamar a atenção para o crescimento do tabagismo entre as mulheres em todo o mundo.

Estudos indicam que as fumantes têm um risco elevado para vários tipos de cânceres, incluindo câncer da cavidade oral, faringe, laringe (cordas vocais), esôfago, pâncreas, rins, bexiga e útero, além de elevar o risco de infertilidade.

Além disso, as mulheres que fumam duplicam o risco de desenvolver doenças cardíacas e aumentam em dez vezes a probabilidade de morrer de bronquite crônica ou enfisema pulmonar.

Para 2010, a previsão do Inca é de que 9.830 mulheres tenham câncer de pulmão no país. A cada ano, o fumo mata 200 mil brasileiros.